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Informações Tributárias, Contábeis e Trabalhistas

SISCOSERV: Obrigatoriedade de Declaração

Os dados para registro no SISCOSERV – Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio – devem ser prestados por:

I – o prestador ou o tomador do serviço residente ou domiciliado no Brasil;

II – a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no Brasil, que transfere ou adquire o intangível, inclusive os direitos de propriedade intelectual, por meio de cessão, concessão, licenciamento ou por quaisquer outros meios admitidos em direito; e

III – a pessoa física ou jurídica ou o responsável legal do ente despersonalizado, residente ou domiciliado no Brasil, que realize outras operações que produzam variações no patrimônio.

Ficam dispensadas da obrigação de prestar as informações através do Siscoserv, nas operações em que não tenham utilizado mecanismos públicos de apoio ao comércio exterior de serviços, de intangíveis e demais operações de que trata o art. 26 da Lei 12.546/2011:

– as pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional e os microempreendedores individuais (MEI); e

– as pessoas físicas residentes no País que, em nome individual, não explorem, habitual e profissionalmente, qualquer atividade econômica de natureza civil ou comercial, com o fim especulativo de lucro, desde que não realizem operações em valor superior a US$ 30.000,00, ou o equivalente em outra moeda, no mês (limite de valor estabelecido pela Portaria MDIC 261/2013, anteriormente, o limite era de US$ 20.000,00).

A prestação das informações deve ocorrer até o último dia útil do 3º (terceiro) mês subsequente à data de início da prestação de serviço, da comercialização de intangível, ou da realização da operação que produza variação no patrimônio das pessoas físicas, das pessoas jurídicas ou dos entes despersonalizados (prazo estabelecido pela Portaria MDIC 385/2015).

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Precauções do Empregador Referente ao Contrato de Obra Certa

Diferentemente dos demais contratos individuais de trabalho, neste somente justifica sua utilização pelo empregador em situações consideradas excepcionais à regra, uma vez que sua vigência depende do tempo de execução de serviços especificados.

Recomenda-se que o prazo indicado para conclusão de cada tipo de serviço a ser executado conste em memorial descritivo, especificando cada fase da obra, como serviços de pedreiros, carpinteiros, azulejistas, eletricistas, encanadores, entre outros.

Se o empregado trabalha em várias obras ao mesmo tempo ou se trabalha alguns dias em uma obra e outros dias em outra, haverá um desvirtuamento deste instituto e, portanto, se caracterizará um contrato por prazo indeterminado e não de obra certa.

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Uma a cada três empresas não consegue compensar créditos de ICMS

Pesquisa da CNI mostra que 34,5% dos exportadores recebem o valor em até um ano. Outros 14,8%, após dois anos. Ressarcimento garante a desoneração sobre as exportações e contribui para a competitividade dos produtos brasileiros.

Um terço das empresas exportadoras (32,9%) que solicita o ressarcimento de créditos do  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) simplesmente não consegue receber o benefício, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os números mostram que 34,5% das companhias que pedem a compensação recebem o valor em até um ano. Outras 14,8% só são ressarcidas após dois anos.

No Brasil, por lei, exportações de mercadorias são desoneradas da cobrança de ICMS. Esse benefício está previsto na Constituição Federal e na Lei Kandir e busca tornar os produtos brasileiros mais competitivos no mercado externo.

Na prática, para garantir a exclusão total desse acúmulo de imposto no processo produtivo voltado à exportação, a carga de ICMS que vem embutida em insumos comprados no mercado interno ao longo da cadeia de produção se transforma em crédito para as empresas exportadoras. Esse crédito pode ser abatido de outros débitos que essas empresas possuem com os estados ou transferido para terceiros.

Por trás desse cenário, está o fato de, muitas vezes, os próprios estados limitarem essa compensação de créditos, por não quererem abrir mão dos recursos. “É fundamental garantir a recuperação dos créditos de ICMS para as empresas. Sem isso, a desoneração sobre as exportações não se efetiva, o que faz com que as empresas internalizem esse custo, prejudicando a competitividade de nossos produtos no exterior”, diz o Diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

Os dados constam da pesquisa “Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras” de 2018, realizada pela CNI em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Uso dos mecanismos

O estudo mostra ainda que 30% dos exportadores brasileiros não utilizaram nenhum tipo de mecanismo de redução de carga tributária nos últimos anos. Esse percentual subiu em relação à pesquisa de 2016, na qual 13,2% dos exportadores indicaram não fazer uso de nenhuma ferramenta desse tipo.

Para Abijaodi, esse aumento no número de exportadores que não utilizam mecanismos de redução de carga tributária é preocupante. “Nenhum país do mundo exporta imposto. Se as empresas brasileiras levam parte dessa carga tributária dentro de seu custo, sua capacidade de competir com seus concorrentes se reduz visivelmente”, diz o diretor.

A pesquisa

A pesquisa “Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras” de 2018 ouviu 589 empresas exportadoras e apresenta um raio-X dos problemas que os empresários brasileiros enfrentam para poder vender bens e serviços para o exterior.

A maioria das empresas atua no comércio exterior há mais de 10 anos, o que revela a persistência dos problemas apontados por elas. Esta é a segunda edição da pesquisa e busca dar continuidade ao monitoramento dos principais entraves do processo de exportação e avaliar mudanças ocorridas nos desafios enfrentados pelos exportadores nos últimos dois anos.

Fonte: CNI – 10.12.2018

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Mude os resultados do negócio a partir do ambiente corporativo

Isnar Amaral – 07.12.2018

No início de cada ano, as esperanças de mudanças são comuns no meio corporativo. Todos querem melhorar seus resultados no ano que se inicia e, então, são formulados planejamentos estratégicos, quase sempre arrojados.

No entanto, a maioria destes planos não leva em conta o clima do ambiente de trabalho que, muitas vezes, é por onde devem ser iniciadas as mudanças.

O clima do país está favorável para o crescimento, em função da troca de Governo. Realmente, os indicadores apontam para um crescimento em muitos setores.

Este momento deve ser aproveitado por todas as empresas para melhorar seus resultados. Um incremento no desenvolvimento do negócio é possível a partir do ambiente da empresa. O ambiente corporativo é o “meio” que comporta toda a estrutura física, financeira, de pessoal e cultural da empresa e, sendo assim, merece uma atenção especial. Este é o alvo para o início das mudanças.

Uma equipe motivada, comprometida e um ambiente favorável são fatores determinantes para o crescimento. A mudança no clima empresarial possibilita estas condições gerando um diferencial eficaz.

A efetivação destas melhorias é conseguida, na prática, por meio da Reprogramação Quântica do Ambiente Básico, que promove estas alterações de imediato e com constância. Um sistema instrumental de fácil implantação, de forma rápida, econômica e eficaz direciona o clima do ambiente de trabalho para a harmonia e o crescimento.

É fato científico que o ambiente de trabalho interfere de forma extrínseca no cognitivo da equipe, influenciando nas atividades, produtividade e, consequentemente, nos resultados.

Buscar alternativas e novas experiências é atributo de gestores arrojados e de vanguarda. A todo momento observamos na mídia cases de negócios que cresceram vertiginosamente e se destacaram em suas áreas. Coincidentemente, todos eles ousaram na aplicação de técnicas e estratégias inéditas nas suas gestões.

Os questionamentos são bem-vindos:  por que não testar algo novo na gestão, sem risco algum, com um pequeno investimento, igual a um tanque cheio de combustível do seu carro? Qual é a dificuldade?  Vale lembrar a velha máxima: como conseguir resultados diferentes agindo sempre da mesma forma?

Isnar Amaral

Gestora Ambiental

Especialista em Qualidade do Ambiente

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Microambiente corporativo e o padrão de energia

por Isnar Amaral

No mundo corporativo, a visualização de todo o processo do negócio acontece a partir do macroambiente, que vai além do seu ambiente interno, considerando variáveis visíveis, perceptíveis, palpáveis e mensuráveis. É principalmente a partir destes elementos que uma organização analisa suas ameaças e suas oportunidades.

No entanto, é no microambiente empresarial que tudo começa: são feitas escolhas e tomadas decisões em prol da sua missão. É este o “meio” influente onde é cultivada a semente do propósito, um padrão de energia, que – para se materializar – necessita de um ambiente favorável. Cabe, então, tornar este “meio” com condições propícias.

Esta percepção é repudiada pelos céticos, por desconhecimento ou miopia, como se houvesse a necessidade de acreditar. No entanto, muitos outros concordam que é necessário algo a mais do que capital, produto e talento para a obtenção de sucesso. É comum atribuir à “sorte” o crescimento do negócio ou atividade profissional. Todavia, na realidade, tudo depende de preparação, oportunidades e infinitas possibilidades, atributos que podem ser desenvolvidos no ambiente corporativo.

As empresas precisam, cada vez mais, de pessoas qualificadas e com potencial criativo do que simples recursos humanos operacionais.

Uma performance sustentável é menos racional e mais emocional. Isto é mais do que simplesmente direitos e deveres e, sim, qualidade de vida, satisfação pessoal, diminuição do estresse, reconexão com a natureza, combinando criação de oportunidades e eficácia em resultados. O alinhamento de interesses entre empresa e colaboradores requer, também, um ambiente corporativo favorável.

É normal os gestores investirem em treinamentos dispendiosos para a sua equipe, na intenção de criar um diferencial competitivo para o seu negócio, sem se preocuparem em tornar propício o ambiente corporativo. Em pouco tempo, este ambiente inadequado contagia as pessoas novamente, dissipando todo o investimento e voltando tudo aos padrões anteriores.

Fica claro, então, que o diferencial do negócio está nos detalhes e isto é implementado principalmente a partir do microambiente corporativo. É em condições ambientais adequadas que a semente cresce e frutifica. A implementação de ambientes corporativos propícios é o nosso propósito profissional.

Isnar Amaral

Gestor Ambiental

Especialista em Qualidade do Ambiente

www.ambientebasico.com.br

 

Delegar de forma eficaz é produtivo para a empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 09.11.2018

Acredita-se que o mau desempenho das tarefas está ligado ao despreparo do colaborador. Outros motivos estão atrelados a este fato, e um deles que contribui enormemente para esta condição é o líder centralizador, que acumula decisões sob a alegação da falta de tempo.

            Abarrotar-se de serviços que impedem a adequada execução e dentro do prazo ideal é um problema comum neste século da ansiedade, inclusive no meio empresarial. O acúmulo das tarefas não só faz a pessoa ficar insatisfeita, mas causa estresse e, na maioria das vezes, também gera prejuízos financeiros.

            Quando se chega a este ponto, o remédio é delegar parte das responsabilidades para um subordinado que pode estar dentro da empresa ou, por vezes, fora dela, obrigando a contratação de um terceiro. Identifique o que pode ser delegado e escolha a pessoa certa, mas decida com calma e frieza, pois o subordinado deverá ter aptidão para tais funções.

            Delegar é a transferência de poder ou autoridade para um subordinado ou um conjunto deles. Para isso é necessário identificar pessoas capazes e que demonstram o desejo de assumir tal incumbência. As responsabilidades que podem ser delegadas compreendem o planejamento, a decisão ou a execução de tarefas. Após a delegação é preciso acompanhar o desenvolvimento das mesmas de perto, especialmente no período inicial, para que o subordinado sinta-se apoiado e ganhe confiança.

            Algumas pessoas têm dificuldades para delegar responsabilidades, principalmente porque sabem executar o serviço, mas não gostam ou são incapazes de ensinar. Quando isto ocorre devem buscar auxílio de profissionais (consultores ou coaching), junto aos quais definem as tarefas a ser delegadas, escolhem o subordinado e montam o treinamento.

            Outro motivo para não delegar é o medo de perder o poder ou a crença de que ficarão com pouca ou nenhuma função. Esta insegurança deve ser superada, pois o acúmulo de trabalho que impossibilita o empresário a pensar também está atrapalhando a tarefa dos colegas e gerando prejuízo para a empresa. Lembro-me de uma cliente muito centralizadora que possuía uma grande mesa de trabalho e adorava chamar os subordinados para conversar e despachar. Era comum ter quatro ou mais profissionais ao redor da mesa. Enquanto despachava com um deles, os demais aguardavam. Quantas horas de trabalho desperdiçadas!

            O líder deve estar atento ao bom desenrolar de todas as atividades que estão sob sua responsabilidade, tendo como funções maiores traçar objetivos, criar condições para a realização, estimular a equipe para atingir as metas e avaliar os resultados alcançados. Desta forma será possível assumir responsabilidades maiores a fim de que o empreendimento obtenha resultados mais satisfatórios.

            A seguir descrevo sucintamente os dez passos para que a delegação de responsabilidades ocorra de forma eficaz:

  • Se o subordinado escolhido estiver sobrecarregado é preciso ajudá-lo a distribuir as tarefas para que receba as novas atribuições;
  • A mesma tarefa não dever ser delegada a dois subordinados;
  • Deixe claro o que você espera dele na nova função;
  • Explique e certifique-se de que o colaborador compreendeu os motivos pelos quais a tarefa deve ser feita daquela forma;
  • Juntamente com a delegação da tarefa delegue a autoridade, ou seja, permita-o tomar decisões;
  • Ao constatar problemas que se repetem na execução reúna-se com o subordinado para identificar os motivos e ajudá-lo a resolvê-los;
  • Esteja aberto para acatar sugestões;
  • O subordinado sente-se mais seguro quando lhe é transmitida confiança;
  • Critique quando necessário, mas faça-o em particular e destaque os pontos positivos;
  • Recompense quando os resultados atingirem as metas estabelecidas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Vale a pena investir em franquias?

por Fernando Pigatti  – via e-mail 07.11.2018

Investir em franquias pode ser uma boa opção para quem quer empreender, mas nem tudo são rosas. Veja um guia de vantagens e desvantagens, além de um passo a passo para começar

Se você já pensou em investir em franquias, vai se animar com os dados mais recentes da Associação Brasileira de Franchising. De acordo com o órgão, o mercado cresceu 6,8% no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado, o que equivale a um faturamento de R$ 79,496 bilhões até julho.

Os números são animadores, mas como em qualquer negócio, é preciso levar em consideração uma série de aspectos para saber se vale a pena o investimento. Entre eles, o perfil do próprio empreendedor, o do franqueador, o capital inicial necessário, o tempo de retorno e outros.

Para facilitar a sua decisão, nesse artigo nós vamos apresentar:

  • Como funcionam as franquias?
  • As vantagens
  • As desvantagens
  • Como escolher a franquia certa?
  • Por onde começar?
  • Como é a tributação?

Como funcionam as franquias?

Esse modelo de negócio é baseado em duas partes: o franqueado – você, no caso – e o franqueador – o detentor da empresa.

Dessa forma, você adquire uma licença aos direitos da marca já existente para explorá-la em determinado local. Para tanto, deve ser realizado o pagamento único da Taxa de Franquia na assinatura do contrato e prestações mensais pelos royalties – que incluem o uso efetivo da marca e todo o know-how –, além de uma série de outros valores, cada qual com sua porcentagem. Podem ser alguns deles:

  • Propaganda: contribuição para a publicidade, como ações e divulgações dos produtos e serviços até a manutenção de sites e outros custos com o marketing;
  • Sistema: para a manutenção de tecnologias como sistemas, aplicativos e equipamentos;
  • Serviços: para a manutenção de outras assistências necessárias imprevistas;
  • Renovação: cobrada ao fim do contrato, para que esse seja renovado.

Ou seja, em troca de diversos encargos únicos ou mensais, o franqueado tem acesso a diversos serviços imprescindíveis, mas que levantam a dúvida se vale a pena investir em franquias.

Por isso, é importante ter em mente que cada rede tem as suas particularidades e é preciso entender bem todos os trâmites a serem acordados. Eles estarão disponíveis na Circular de Oferta de Franquias (COF), que descreve todos os custos e obrigações de ambas as partes.

Mas antes disso, vamos ver quais são as principais vantagens e desvantagens desse modelo de negócio?

Vantagens

  • Plano de negócios já formatado;
  • Viabilização da estruturação da unidade;
  • Publicidade dividida com a rede de franqueados;
  • Outros serviços e custos como maquinário, por exemplo, também dividido com a rede de franqueados;
  • Credibilidade no mercado;
  • Obtenção de know-how já testado no mercado;
  • Treinamentos e capacitações para você e funcionários;
  • Assistência do franqueador.

Desvantagens

  • Limitação na escolha da localização, que é determinada pelo franqueador;
  • Não ter independência nas decisões sobre o negócio;
  • Inflexibilidade nas operações da empresa, que deve atuar de acordo com o padrão da franquia;
  • Multas ou outras consequências em casos de o franqueado não seguir o que é instruído pela franquia, mesmo que seja melhor para a unidade;
  • Limitação na variedade de produtos imposta pelo franqueador;
  • Não garantia de sucesso, apesar de todas as vantagens apresentadas;
  • A transferência do negócio depende da aprovação do franqueador, mesmo para familiares em casos de morte ou acidentes;
  • Possibilidade de má administração por parte do franqueador.

Como escolher a franquia certa?

Se você está convencido de que vale a pena investir em franquias e quer apostar nesse modelo de negócio, certamente precisa escolher uma marca.

Para isso, o primeiro passo é não tomar essa decisão impulsivamente ou simplesmente porque gosta da marca como consumidor. Além disso, é fundamental ter em mente que nenhuma rede será perfeita. Assim como toda empresa, ela terá desafios a serem superados e, como franqueado, nem sempre você terá o poder de solucionar os problemas como quiser.

Mas, então, como escolher?

O melhor caminho para decidir é avaliar tanto o seu perfil quanto o do franqueador. Isso você pode fazer ao responder questões como:

  • Capital disponível para investimento;
  • Segmento de atuação desejado;
  • Localização de preferência para atuar;
  • Disponibilidade para trabalhar;
  • Valor de retorno necessário por mês;
  • Período mínimo de retorno do investimento;
  • Valores e propósitos de vida;
  • Objetivos pessoais e profissionais a médio e longo prazos.

A partir desses resultados, é possível que você já descarte muitas das opções só pelo seu capital de investimento disponível ou até mesmo pela identificação ou não com a missão de algumas marcas.

Outro ponto a ser enfatizado nesse momento é que o valor para investimento inicial não é suficiente. Como vimos acima, cada negócio vai apresentar um período mínimo de retorno, mas nem sempre as taxas mensais serão abatidas nesse tempo. Por isso, conhecer a COF é determinante para a escolha.

Isso sem contar, é claro, que investir em franquias não significa ter menos trabalho. Pelo contrário. Você terá que seguir regras claras de padronização e será auditado regularmente. Por isso, novamente é bom entender quais são as necessidades da empresa ou do setor antes de dar o passo seguinte.

Por onde começar?

Definida a marca à qual você deseja se franquear, é preciso fazer um cadastro para um primeiro contato. Nesse momento, tanto a empresa pode te enviar as oportunidades que ela apresenta quanto já realizar uma primeira avaliação do perfil do interessado.

Em seguida, espere ser chamado para uma reunião onde serão expostos os detalhes do negócio – e onde será entregue a Circular de Oferta de Franquias (COF) –, além de ser uma boa oportunidade para você tirar dúvidas sobre o mercado, riscos e intenções da marca.

A partir disso, é imprescindível que você analise o documento e a rede de empresas da marca. Vá pessoalmente às unidades, observe a dinâmica dos funcionários e dos clientes, converse com outros franqueados sobre a realidade do negócio e, só então, tome a sua decisão de investir.

Como é a contabilidade das franquias?

As franquias atuam sob uma mesma marca, mas devem cumprir obrigações fiscais e contábeis de forma independente. Por isso, recorrer a um bom contador é fundamental para manter a saúde financeira da unidade em dia.

Com mais de 60 anos de experiência, a Pigatti Contabilidade conta com um time de profissionais especializados em assessoria contábil, fiscal e tributária para diversas áreas de atuação.

Fernando Pigatti 

Líder no Marketing da Pigatti Contabilidade. Ajudando os donos de negócios no Brasil!

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Responsabilidade social e ambiental garantem o futuro de todos

Por Gilmar Duarte – via e-mail 05.11.2018

Se nada for feito para colocar o mundo de volta nos trilhos a humanidade deverá sofrer os riscos de sua provável autodestruição. Pensar e agir enquanto há tempo é o melhor caminho.

As empresas privadas são protagonistas do desenvolvimento econômico de um país. Ao governo cabe a criação e a fiscalização das políticas públicas, pois se mostra ineficiente quando resolve empreender, haja vista os diversos escândalos de corrupção e prejuízos, especialmente na Petrobras, que serão pagos posteriormente pelos cofres públicos, ou seja, a população, por meio do aumento de impostos.

As empresas geram empregos, riquezas, ação social e ambiental, mas somente as privadas assumem o ônus da má administração.

Esquecemos as empresas estatais para focar nas privadas, especialmente nas micros e pequenas empresas do ramo comercial do Brasil que, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2014, representam 53,4% do Produto Interno Bruto (PIB). São merecedoras do nosso respeito.

No entanto, esta significativa parcela empreendedora, largamente sofrida nos últimos anos pela recessão iniciada em 2008 nos Estados Unidos da América (EUA), pode fazer ainda mais pelo Brasil e pelo mundo.

Produzir e comercializar pode ser mais fácil, rápido e impensado, ou, ao contrário, investindo tempo para desenvolver a mesma atividade de forma a não destruir o mundo, o que é básico, fundamental e indispensável para perpetuar a vida humana no planeta Terra. É esta reflexão que proponho neste artigo, no qual apresento, ao final, algumas ações passíveis de ser implantadas em sua empresa.

O mundo capitalista já deu alguns pequenos passos em direção à sustentabilidade. Um deles é o Índice Dow Jones Mundial de Sustentabilidade (DJSI), lançado em 1999, o mais importante para medir as empresas que investem em sustentabilidade. Algumas empresas brasileiras já fazem parte do DJSI, entre elas a Petrobras, Banco Itaú, Banco Bradesco, Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Natura, Vale do Rio Doce e Bom Preço.

Os clientes já percebem valor nas marcas e produtos que investem na sustentabilidade, o que implica em maior divulgação para informar e atrair os consumidores. O professor Lopes de Sá, contador e escritor, disse que “pouco adianta, para fins humanos, que estejamos a apenas demonstrar que se investiu tanto ou quanto na solução de problemas ecológicos ou em interesses sociais, se não conhecemos, pela reflexão, as bases lógicas de uma interação entre a célula social e os seus entornos, entre a empresa e o meio em que vive, entre a instituição e a sociedade.”

Pensar e agir de forma sustentável é quando a empresa se preocupa, além do lucro e da simples obediência às leis, com as políticas para a sustentabilidade, com a produção e o consumo sustentável, evita o consumo de recursos naturais e materiais tóxicos e a geração de resíduos poluentes. Essa preocupação e investimento têm trazido retorno, pois “42% dos consumidores se preocupam muito com práticas sustentáveis quando compram algo”, de acordo com pesquisa publicada em 2017 pela Opinion Box (https://blog.samplify.com.br/empresas-sustentaveis-e-engajadas/).

“O homem é parte da natureza e sua guerra contra ela é, inevitavelmente, uma guerra contra si mesmo”, disse Rachel Carson, geocientista, autora do livro “Primavera silenciosa”, uma proposta de revisão da pulverização aérea com o pesticida DDT da qual, apesar da grande batalha travada com poderosos, ela – o mundo – venceu.

Para finalizar apresento algumas ações que as micro e pequenas empresas podem fazer, sem grande investimento, para contribuir com a sustentabilidade, dando sua parcela de contribuição para a perpetuação do mundo àqueles que hão de vir. Não se preocupe com a implantação de todas as ações abaixo listadas, faça uma de cada vez e de acordo com as condições da sua empresa:

·         Selecione e priorize parceiros e fornecedores compromissados com a sustentabilidade;

·         Mantenha bom relacionamento com a comunidade;

·         Reutilize e recicle materiais como papel, vidro, metal, plásticos, eletrônicos, lâmpadas, pilhas, água, energia etc.;

·         Evite comprar materiais descartáveis;

·         Evite produzir ou comercializar produtos que agridam a sociedade e o meio ambiente, tais como cigarro, armamento, gases tóxicos etc.

·         Utilize equipamentos econômicos (ar-condicionado, computadores e máquinas);

·         Permita que sejam veiculadas somente propagandas que dizem apenas a verdade;

·         Use tecnologias limpas, como a energia solar, cujos painéis tem vida útil superior a 20 anos e se pagam entre cinco a sete anos.

Pense, estude e aja (abra mão de alguma parcela do lucro) em prol da sustentabilidade. Suas ações serão eternizadas, você perpetuado e a humanidade do futuro ficará agradecida.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Alerta: Preposto Trabalhista deve ser muito cuidadoso em suas declarações!

O preposto em audiência trabalhista representa a empresa e o que ele disser ou não disser (quando deveria) caracteriza confissão, ou seja, as declarações do preposto comprometem e responsabilizam a empresa, pois conforme dispõe o termo final do § 1º do art. 843 da CLT, as declarações “obrigarão o proponente“.

É imprescindível que o preposto conheça dos fatos, do que está sendo pedido pelo reclamante e principalmente, do que está sendo alegado na defesa, para que seu depoimento não seja contrário às alegações da peça contestatória.

Desta forma, por exemplo, se a defesa (escrita) afirma que o reclamante não fazia horas extras e o preposto titubear na resposta ou afirmar que fazia, ainda que eventualmente, vale o que foi dito pelo preposto, pois o juiz irá acatar suas declarações como confissão.

Engana-se e muito a empresa que tem como procedimento enviar o preposto conhecedor dos fatos somente na audiência de instrução.

Não são raras as vezes em que o juiz, dependendo do caso e da pauta do dia, resolve ouvir as partes (reclamante e preposto) na audiência inicial.

Assim, para que a empresa não seja condenada em revelia por desconhecimento dos fatos por parte do preposto ou por omissão deste ao responder um questionamento feito em juízo em relação à petição inicial, é imperioso que as declarações do preposto estejam em consonância ao que diz a contestação.

Por dizer que não sabia dos fatos relatados na petição inicial quanto ao assédio moral alegado pela reclamante, a atuação do preposto em audiência de instrução gerou para a empresa as consequências da revelia, ou seja, situação que expressa o não comparecimento em julgamento (ou comparece e não apresenta defesa).

Base destes comentários: TST – Processo: RR-384-37.2013.5.04.0303

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Prevenção de Riscos Trabalhistas

Dê um passo à frente: impeça a ocorrência de reclamatórias trabalhistas na sua empresa!

Exemplos e detalhamentos práticos para prevenção de contingências laborais!

Desejos dos clientes: ouvir e interpretar

Por Gilmar Duarte, via e-mail 29.10.2018

Viemos de um tempo em que o vendedor falava muito e o cliente só ouvia, época em que a procura era maior do que a oferta. Com produção limitada, quase tudo que se produzia era vendido com facilidade.

Ansiedade até certo grau é natural, mas pode tornar-se um distúrbio, e isso tem acontecido com grande parcela dos profissionais do presente século.

O vendedor ansioso pelo fechamento da venda pode perdê-la, pois o cliente não está interessado na compra pelo simples fato de ajudar alguém, pois há pessoas com necessidades maiores que a do vendedor.

O cliente adquirirá o produto ou serviço quando percebe que o mesmo vai suprir uma carência. Este é o segredo: descobrir a necessidade do cliente.

Conhecer a necessidade do cliente não é tão trabalhoso. Basta fazer as perguntas certas e deixá-lo falar. Cabe ao vendedor ouvir atentamente para decifrar o enigma, o segredo, o mistério ou, simplesmente, o desejo.

O profissional de vendas deve ter o cuidado de não perder o foco da entrevista – identificar as necessidades para encaixar os benefícios do produto ou serviço. Se isto acontecer deve corrigir o rumo com nova pergunta inteligente.

A empresa também pode ouvir seus clientes por meio de entrevistas – telefone, e-mail, SMS, questionários com ferramentas na internet que garantem sigilo etc. –, sendo necessária muita atenção na formulação das perguntas e mais ainda nas respostas, pois o cliente pode pensar uma coisa e responder outra. Preservar a identidade do cliente é o meio mais seguro de garantir que ele dirá o que pensa de fato.

O vendedor deve demonstrar que o foco não é a venda, mas a solução do problema do cliente. O bom profissional de vendas não irá empurrar algo que deixará o cliente insatisfeito, pois ter o cliente numa única venda não é boa jogada.

Observe que até os candidatos a vereador, prefeito, deputado, governador e presidente precisam do cliente – eleitor – mais de uma vez. Quem não pensa assim tem grandes chances de não conseguir realizar a segunda venda.

Também é possível ouvir o cliente com a interpretação dos dados existentes dentro da empresa, tais como relatórios de vendas, pontualidade nos pagamentos, diálogos registrados (especialmente as reclamações), relacionamentos no chat, e-mail e redes sociais.

Investir tempo para organizar e interpretar as informações disponíveis na empresa ajudará a compreender como age o cliente e identificar seus anseios. Estes resultados facilitarão abordá-lo.

Tenho um exemplo que sempre gosto de compartilhar para exemplificar a importância de conhecer o cliente para ofertar produtos ou serviços.

Determinada loja de roupas está com promoção de bermuda jeans e o vendedor telefona para todos os clientes, mesmo sem conhecê-los, pois o produto é muito bom e o preço, melhor ainda. Logo que o cliente atende o vendedor fala da oferta. Num dos casos ele percebe que o consumidor ouve educadamente, mas não se empolga. Depois, ao conversar com sua gerente, o vendedor descobre que trata-se de uma senhora de meia idade e que devido à religião que professa, usa somente vestido longo. Ter informações do cliente registradas no software farão com que seja ofertado algo que ele deseja, facilitando alcançar o objetivo e não desperdiçar o tempo dos dois.

Pesquise antes de ofertar o seu produto, para ter certeza de que atenderá a expectativa do cliente. O ideal é que o cliente fale mais e o vendedor seja o maestro na condução da conversa para não dispersar.

Faça perguntas e afirmações certas no momento certo. Se o seu produto ou serviço não atender a expectativa do cliente é melhor nem oferecê-lo, para deixar as portas abertas, pois o cliente perceberá que o seu intuito é conhecer suas necessidade e não empurrar qualquer coisa. No entanto, se aquilo que você tem a ofertar atende as necessidades dele, ficará muito mais fácil de concretizar a venda com base nas informações colhidas.

Na atualidade a oferta de produtos e serviços é muito maior do que a procura. Não que o consumo seja menor do que no passado, mas o número de fornecedores cresceu exponencialmente, fazendo com que as técnicas que funcionavam anteriormente já não apresentem o mesmo resultado.

Os consumidores têm fácil acesso para conhecer os seus concorrentes, bem como ficaram mais exigentes, pois têm maior quantidade de informações. Pode acontecer do cliente saber mais do que você sobre o produto ou serviço, por isso a melhor técnica é fazer perguntas, ouvir e interpretar.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.