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Mude os resultados do negócio a partir do ambiente corporativo

Isnar Amaral – 07.12.2018

No início de cada ano, as esperanças de mudanças são comuns no meio corporativo. Todos querem melhorar seus resultados no ano que se inicia e, então, são formulados planejamentos estratégicos, quase sempre arrojados.

No entanto, a maioria destes planos não leva em conta o clima do ambiente de trabalho que, muitas vezes, é por onde devem ser iniciadas as mudanças.

O clima do país está favorável para o crescimento, em função da troca de Governo. Realmente, os indicadores apontam para um crescimento em muitos setores.

Este momento deve ser aproveitado por todas as empresas para melhorar seus resultados. Um incremento no desenvolvimento do negócio é possível a partir do ambiente da empresa. O ambiente corporativo é o “meio” que comporta toda a estrutura física, financeira, de pessoal e cultural da empresa e, sendo assim, merece uma atenção especial. Este é o alvo para o início das mudanças.

Uma equipe motivada, comprometida e um ambiente favorável são fatores determinantes para o crescimento. A mudança no clima empresarial possibilita estas condições gerando um diferencial eficaz.

A efetivação destas melhorias é conseguida, na prática, por meio da Reprogramação Quântica do Ambiente Básico, que promove estas alterações de imediato e com constância. Um sistema instrumental de fácil implantação, de forma rápida, econômica e eficaz direciona o clima do ambiente de trabalho para a harmonia e o crescimento.

É fato científico que o ambiente de trabalho interfere de forma extrínseca no cognitivo da equipe, influenciando nas atividades, produtividade e, consequentemente, nos resultados.

Buscar alternativas e novas experiências é atributo de gestores arrojados e de vanguarda. A todo momento observamos na mídia cases de negócios que cresceram vertiginosamente e se destacaram em suas áreas. Coincidentemente, todos eles ousaram na aplicação de técnicas e estratégias inéditas nas suas gestões.

Os questionamentos são bem-vindos:  por que não testar algo novo na gestão, sem risco algum, com um pequeno investimento, igual a um tanque cheio de combustível do seu carro? Qual é a dificuldade?  Vale lembrar a velha máxima: como conseguir resultados diferentes agindo sempre da mesma forma?

Isnar Amaral

Gestora Ambiental

Especialista em Qualidade do Ambiente

www.ambientebasico.com.br

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Delegar de forma eficaz é produtivo para a empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 09.11.2018

Acredita-se que o mau desempenho das tarefas está ligado ao despreparo do colaborador. Outros motivos estão atrelados a este fato, e um deles que contribui enormemente para esta condição é o líder centralizador, que acumula decisões sob a alegação da falta de tempo.

            Abarrotar-se de serviços que impedem a adequada execução e dentro do prazo ideal é um problema comum neste século da ansiedade, inclusive no meio empresarial. O acúmulo das tarefas não só faz a pessoa ficar insatisfeita, mas causa estresse e, na maioria das vezes, também gera prejuízos financeiros.

            Quando se chega a este ponto, o remédio é delegar parte das responsabilidades para um subordinado que pode estar dentro da empresa ou, por vezes, fora dela, obrigando a contratação de um terceiro. Identifique o que pode ser delegado e escolha a pessoa certa, mas decida com calma e frieza, pois o subordinado deverá ter aptidão para tais funções.

            Delegar é a transferência de poder ou autoridade para um subordinado ou um conjunto deles. Para isso é necessário identificar pessoas capazes e que demonstram o desejo de assumir tal incumbência. As responsabilidades que podem ser delegadas compreendem o planejamento, a decisão ou a execução de tarefas. Após a delegação é preciso acompanhar o desenvolvimento das mesmas de perto, especialmente no período inicial, para que o subordinado sinta-se apoiado e ganhe confiança.

            Algumas pessoas têm dificuldades para delegar responsabilidades, principalmente porque sabem executar o serviço, mas não gostam ou são incapazes de ensinar. Quando isto ocorre devem buscar auxílio de profissionais (consultores ou coaching), junto aos quais definem as tarefas a ser delegadas, escolhem o subordinado e montam o treinamento.

            Outro motivo para não delegar é o medo de perder o poder ou a crença de que ficarão com pouca ou nenhuma função. Esta insegurança deve ser superada, pois o acúmulo de trabalho que impossibilita o empresário a pensar também está atrapalhando a tarefa dos colegas e gerando prejuízo para a empresa. Lembro-me de uma cliente muito centralizadora que possuía uma grande mesa de trabalho e adorava chamar os subordinados para conversar e despachar. Era comum ter quatro ou mais profissionais ao redor da mesa. Enquanto despachava com um deles, os demais aguardavam. Quantas horas de trabalho desperdiçadas!

            O líder deve estar atento ao bom desenrolar de todas as atividades que estão sob sua responsabilidade, tendo como funções maiores traçar objetivos, criar condições para a realização, estimular a equipe para atingir as metas e avaliar os resultados alcançados. Desta forma será possível assumir responsabilidades maiores a fim de que o empreendimento obtenha resultados mais satisfatórios.

            A seguir descrevo sucintamente os dez passos para que a delegação de responsabilidades ocorra de forma eficaz:

  • Se o subordinado escolhido estiver sobrecarregado é preciso ajudá-lo a distribuir as tarefas para que receba as novas atribuições;
  • A mesma tarefa não dever ser delegada a dois subordinados;
  • Deixe claro o que você espera dele na nova função;
  • Explique e certifique-se de que o colaborador compreendeu os motivos pelos quais a tarefa deve ser feita daquela forma;
  • Juntamente com a delegação da tarefa delegue a autoridade, ou seja, permita-o tomar decisões;
  • Ao constatar problemas que se repetem na execução reúna-se com o subordinado para identificar os motivos e ajudá-lo a resolvê-los;
  • Esteja aberto para acatar sugestões;
  • O subordinado sente-se mais seguro quando lhe é transmitida confiança;
  • Critique quando necessário, mas faça-o em particular e destaque os pontos positivos;
  • Recompense quando os resultados atingirem as metas estabelecidas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Motivação dos colaboradores

por Gilmar Duarte – via e-mail 22.10.2018

Ter um time motivado é o que todo empresário deseja, mas com o tempo vem o desgaste, o relaxamento o cansaço e quando menos se espera a equipe está desmotivada e a produtividade, em baixa.

A Pirâmide de Maslow, ou a Hierarquia das Necessidades de Maslow, amplamente conhecida entre os gestores de pessoas preconiza satisfazer as necessidades das pessoas, indiferentemente se empregados ou empregador, líderes ou liderados, pobres ou ricos, na ordem que segue abaixo. Sem a satisfação das necessidades anteriores não há como suprir as posteriores.

Ou seja, se o indivíduo está com fome, de nada adianta oferecer plano de saúde. O suprimento das necessidades fará empregados mais motivados e, consequentemente, mais produtivos.

  • Fisiológicas: fome, sede, sono, abrigo, sexo etc.;
  • Segurança: sentimento de segurança, casa, emprego estável, plano de saúde etc.;
  • Aceitação e afeto: amor, pertencimento a um grupo etc.;
  • Reconhecimento: das capacidades pessoais e das funções desempenhadas; e
  • Autorrealização: último estágio, onde o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser.

A palavra motivação deriva do latim MOVERE, que significa mover para realizar determinada ação. É o impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir determinados objetivos. Lançar desafios possíveis de serem alcançados e premiar quando atingidos são incentivos para a motivação permanecer em alta.

Cada indivíduo escolhe, conscientemente ou não, viver melancólico (quando faz apenas o mínimo necessário e sem qualquer indício de animação), intermediário (executa bem as atividades, de acordo com o que lhe foi ensinado, portanto pode ser considerado um bom colaborador, mas não diferenciado), ou motivado (além de desenvolver bem as atividades, está animado e busca formas de aprimorar tudo o que faz).

Talvez o segredo para a empresa estimular a motivação de seus colaboradores está na definição do propósito e da liderança. Cabe aos líderes, em todos os níveis, alinhar os propósitos da empresa com o de seus colaboradores para que consigam aprimorar o rendimento pessoal e do time da empresa.

É natural ter na equipe pessoas desmotivadas, mas esse perfil causa prejuízos à produtividade, além de poder contaminar os outros. Impor a motivação não funciona, mas buscar identificar as causas para inspirar o empregado e, quem sabe, torná-lo motivado é o caminho. Mas se isto não for possível é melhor tirar a laranja podre para não contaminar as boas.

No início da década de 1990 havia um palestrante, cuja aparência e voz lembravam o místico candidato à presidência do Brasil, Enéas Carneiro, que sabiamente dizia que “as empresas nada mais são do que as pessoas que as administram”. Desta forma, a competitividade entre as empresas faz o capital humano, fonte de sucesso ou fracasso, ser cada vez mais valorizado.

Sabemos que a motivação depende de cada um, mas também é sabido que é possível inspirar para que as pessoas se sintam desafiadas e motivadas a alcançar objetivos particulares e em grupo.

Comunicação interna nas empresas que não flui tão bem entre líderes e liderados ou entre departamentos pode ser causa de desmotivação. É necessário ouvir com atenção, dialogar com respeito, aceitar sugestões e fazer reuniões bem planejadas, recursos de baixo custo, mas eficientes para minimizar os ruídos na comunicação e maximizar a motivação dos profissionais.

Concluo este breve artigo com a definição de motivação de acordo com o Dicionário Aurélio, pois resume a exposição acima. Fazer uso da ferramenta motivação tornará os colaborares mais felizes e produtivos, qualidades indispensáveis para o bem-estar das pessoas e a sobrevivência das empresas.

Motivação, segundo o Aurélio, é o “ato ou efeito de motivar, de despertar o interesse por algo: os elogios serviram de motivação para melhorar. Reunião das razões pelas quais alguém age de certa forma; processo que dá origem a uma ação consciente”.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Planejamento financeiro empresarial: 8 dicas para não errar!

por Fernando Pigatti  – via e-mail 17.10.2018

Um bom planejamento financeiro empresarial é essencial para projetar e administrar bem um negócio. É por meio dele que conseguimos visualizar:

  • Custos;
  • Receitas;
  • Despesas;
  • Margens de Lucro;
  • E metas (é muito importante que sejam bem estabelecidos os objetivos a serem alcançados ao longo do ano).

Portanto, organizar os rendimentos só traz benefícios, que vão desde sustentar a empresa à viabilização do reinvestimento em setores que se fazem necessários. Além disso, essa projeção também abre portas para a expansão e evita o encerramento precoce da companhia – causado principalmente porque muitos empreendedores não priorizam a gestão financeira.

Para que isso não aconteça com você, eu elaborei algumas dicas para se ter em mente na hora de montar ou reestruturar o seu negócio:

  1. Elabore metas

Como dito antes, traçar objetivos é fundamental. É a partir deles e da análise de vários cenários possíveis que você vai desenvolver planos de ação precisos para o futuro da sua empresa, como aumentar 20% as vendas em um ano, diminuir os custos de produção em 10% ou melhorar a imagem da marca.

É empolgante, não? Mas para isso acontecer, é preciso investir. Então, com essas metas bem definidas no papel, o planejamento financeiro empresarial se faz imprescindível para que você alcance o que idealizou, evitando erros no caminho e assegurando que o dinheiro vai estar lá quando chegar a hora de usá-lo.

E mais um adendo: nos casos de dívidas, a organização é ainda mais necessária. Verifique quais despesas são possíveis de pagar, defina as prioridades e busque soluções para quitar as contas pendentes.

  1. Abuse das planilhas

O Sebrae disponibiliza gratuitamente uma série de planilhas em Excel para que você inicie o controle da sua empresa.

Com elas, você será capaz de desenhar todas as despesas, ganhos e demais custos do seu dia a dia. Assim, estará sempre de olho na situação da companhia e saberá o momento certo de investir ou recuar.

  1. Se agarre ao planejado

Uma vez delineado o seu plano financeiro, mantenha-se nele. Trabalhe conforme o elaborado, tendo em mente sempre as metas que você almeja para o seu negócio. Assim, sempre que precisar usar o dinheiro da empresa, você vai avaliar melhor a situação e investir apenas no que é realmente necessário em prol dos objetivos traçados.

Se você analisar que a compra é importante, não deixe de levantar diversos orçamentos com vários fornecedores e comparar os preços e os custos-benefícios. Fique de olho em gastos com produtos ou serviços irrelevantes para a sua necessidade.

Outro fator muito importante é evitar desperdícios, tanto em materiais desnecessários quanto em despesas fixas da empresa, como energia, água e outras contas básicas.

  1. Analise os resultados

Você já sabe que precisa fazer relatórios regulares sobre as finanças da empresa, mas também é essencial que esses dados sejam analisados para entender, de fato, se os resultados estão ou não dentro do planejamento financeiro.

Manter essa rotina de avaliação possibilita diagnosticar problemas, erros e, principalmente, a saúde do seu empreendimento.

  1. Trabalhe com fundo de reserva

Toda empresa precisa trabalhar com uma reserva financeira pré-estabelecida, para que se mantenha funcionando caso exista uma oscilação de mercado ou se as metas de faturamento não forem atingidas em um determinado período.

É claro que cada companhia e ramo tem sua particularidade, mas sempre pense em ter como fundo um valor que pague, pelo menos, o custo total do próximo mês.

  1. Não misture as finanças

O planejamento financeiro pessoal, principalmente para quem é empresário, também se faz muito necessário. Isso porque não misturar as finanças da empresa com as próprias contas é uma das premissas mais básicas para que o negócio prospere.

Portanto, é muito importante que seja determinada a remuneração dos sócios – o chamado pró-labore. Dessa forma, as retiradas sem controle do caixa da empresa são evitadas, além de que, somente assim, é possível entender a lucratividade e possibilidades de cada um.

  1. Se necessário, terceirize

Existem muitos softwares de gestão financeira no mercado que podem ajudar nesse planejamento. Uma boa opção também é a contratação de especialistas ou empresas de consultoria que auxiliam nessa organização.

A terceirização desse serviço também é uma ótima opção, pois além de aliviar alguns departamentos da sua empresa ao transferir procedimentos burocráticos para profissionais especializados, também permite que a sua equipe foque no objetivo original do negócio.

O interessante, nesses casos, é que a escolha do prestador desses serviços seja feita com base no quanto isso vai te ajudar a gerir a sua empresa. Não basta contratar manuseadores de papéis. É preciso ter ao lado parceiros capazes de te instruir e auxiliar nas tomadas de decisões para a saúde do seu empreendimento.

  1. Mantenha-se atualizado(a)

Saber os termos técnicos e os significados de cada operação financeira é fundamental para entender as diferenças entre cada um e elaborar um planejamento financeiro empresarial. Veja alguns deles:

  • Faturamento: total bruto arrecadado em determinado período;
  • Lucro: diferença do faturamento menos os gastos;
  • Gastos: despesas totais e custos;
  • Investimentos: valores utilizados para melhorar ou expandir a empresa;
  • Capital de Giro: recursos financeiros para o negócio continuar em operação;
  • Ponto de Equilíbrio: ponto onde a companhia consegue pagar as próprias contas, mas ainda não oferece lucro;
  • Fluxo de Caixa: diferente do Capital de Giro, essa ferramenta é determinada pela avaliação de tudo o que entrou e saiu das finanças da empresa em um determinado período, podendo ser positivo ou negativo.

Mas não se apegue só a isso. Um bom empreendedor está sempre atento a o que acontece no mundo e às transformações econômicas, políticas e sociais. Leia e se informe sobre tudo!

Fernando Pigatti 

Líder no Marketing da Pigatti Contabilidade. Ajudando os donos de negócios no Brasil!

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Como criar um plano de marketing para a sua empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 15.10.2018

Qualquer ação não planejada pode ter consequências desastrosas. Em relação ao marketing não é diferente. Planejamento de marketing significa pensar antes de agir.

O plano de marketing é o conjunto de ações que se utiliza de ferramentas de gestão para promover uma marca, produto ou serviço visando a determinado objetivo. É a vitrine da sua empresa e deve estar sintonizado com a visão, missão, valores e objetivos da mesma.

Não existe uma receita pronta que se enquadra em qualquer negócio para a divulgação de marca, produto ou serviço, mas alguns passos são fundamentais e permitem às pequenas empresas fazer seus projetos: contextualização, definição do público-alvo, fixação dos objetivos, estabelecer estratégias e táticas de comunicação e aprovar o orçamento de marketing. Abordaremos cada um desses tópicos de forma prática para facilitar o entendimento.

Contextualização: é preciso compreender o nicho de mercado para tornar o produto competitivo. Entenda como o concorrente age e crie ações que se destacam dele. Identifique os pontos fortes e fracos referentes a características da sua empresa e as oportunidades e ameaças em relação aos fatores externos. Muitas e valiosas informações devem ser obtidas com pesquisas juntos aos clientes ativos e inativos. Procure identificar o que distingue o seu produto dos concorrentes e que tipo de comprador é mais provável que opte pela sua marca, produto ou serviço.

Público-alvo: descreva o perfil de cliente desejado para o seu negócio, tais como a região em que reside, idade, sexo, arranjo familiar, renda, estilo de vida, conservador ou inovador, líder ou seguidor, tímido ou agressivo, frequência de compra etc., ou seja, crie personas (perfil do cliente ideal). Estas informações devem ser registradas e, se possível, impressas e fixadas em local visível por todo o time.

Definir os objetivos: desenvolver o plano de marketing deve visar a um objetivo, por exemplo tornar a marca mais conhecida no segmento, aumentar as vendas em 30%, aumentar a percepção de valor junto ao público a fim de aumentar em 10% o preço de venda dos produtos ou outro. Descreva seu objetivo e acompanhe de perto os passos para alcançá-lo.

Estratégias e táticas de comunicação: todas as empresas precisam vender mais e para isso necessitam de novos leads (contatos capazes de se transformar em clientes). São inúmeras as formas de atrair novos contatos. Uma delas é a divulgação nas redes sociais (Facebook, Google, Instagram, Linkedin etc.), mas nem sempre a melhor opção. Ações tradicionais ou outras mais inovadoras podem trazer resultados extraordinários:

  • faça networwing em novos círculos de pessoas, como participação em eventos;
  • faça acordos com parceiros de negócios capazes de abrir as portas para novos clientes. Você pode ajudar a divulgar produtos que não concorram com o seu e o parceiro fará o mesmo com os seus produtos;
  • recompense os clientes que indicarem novos leads. Quanto vale um novo cliente para a sua empresa? A resposta facilita na definição da recompensa que pode ser simples, mas atrativa;
  • escreva e publique artigos que interessem aos seus clientes nos canais que eles procuram. Estes artigos devem ser informativos e não ferramenta de autopromoção;
  • participar ativamente em fóruns de usuários é uma excelente estratégia para conquistar prestígio. Quando isto ocorrer, encontre uma forma sutil de informar o seu contato;
  • E-mail marketing;
  • programas de fidelidade. É o incentivo aos clientes para repetir compras.

Orçamento de marketing: conquistar e manter clientes são os focos do plano que deve ter investimento adequado ao orçamento da empresa. Planos muito tímidos ou mirabolantes podem inviabilizar a execução, então encontre o equilíbrio. A empresa que está iniciando as atividades deve começar com uma parcela a título de investimento, mas posteriormente adotar um percentual do faturamento bruto para este projeto. Diminuir o orçamento de marketing quando as vendas caem é um erro comum.

A falta de planejamento é característica comum a todos planos de marketing que não atingem seus objetivos.

Finalmente, destaco a importância de registrar todas as ações, boas ou ruins, para ter o histórico e tornar mais fácil e rápida a identificação de algo que não está indo bem e precisa de correções. Adote um livro ata e escreva a data, descrição da ação, valor investido e um breve comentário do resultado apurado. 

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

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Educação financeira para garantir a rentabilidade

por Gilmar Duarte – via e-mail 17.09.2018

            A educação financeira tem por finalidade ajudar as pessoas a administrar os rendimentos, ou seja, os gastos devem ser compatíveis com as entradas de recursos financeiros. Quanto antes tiver início, este aprendizado facilita a compreensão e definição dos padrões a ser praticados.

Os pais podem treinar seus filhos a administrar o dinheiro do lanche e outras coisinhas com a mesada semanal. Ajudá-los a planejar o período e ao final prestar contas para atestar se aconteceu da forma prevista é fundamental, pois este ensinamento contribuirá para toda a vida da criança que logo se transformará num adulto e, quem sabe, num empresário.

            Muitos empresários detestam trabalhar com números, mexer com papéis, planilhas, conferir o saldo bancário, fazer e analisar o fluxo de caixa, atividades que parecem chatas e podem revelar antecipadamente problemas que acabarão com o resto da semana.

Alguns dizem que preferem viver na ignorância a sofrer por antecedência. Pode parecer desanimador o que direi, mas o objetivo da administração financeira é antever eventuais dificuldades, não para sofrer, mas para mudar o rumo enquanto é tempo.

Imagine que você é o capitão de uma tropa do exército que está marchando em determinada direção. Você prefere caminhar sem preocupação e improvisar a solução quando o  problema surgir, correndo sérios riscos de não encontrá-la, ou seria melhor planejar a rota, ter bastante atenção e colocar um soldado experiente para caminhar à frente a fim de identificar a presença do inimigo? Dependendo do momento de descoberta do problema pode ser muito tarde para reagir, então será o fim.

            A definição de educação financeira apresentada no site do Banco Central do Brasil ajusta-se às pessoas e às empresas: “é o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e produtos financeiros”. Uma empresa que comercializa insumos agrícolas, por exemplo, e que busca constantes aprimoramentos para oferecer aos clientes mais por menos está no caminho certo, mas se não investir na Educação Financeira, no conhecimentos das regras que regem o mercado financeiro, poderá não conseguir atingir o primeiro objetivo. Portanto, o conhecimento financeiro é essencial para todas as pessoas jurídicas e físicas.

            Acredito que o conceito e a necessidade da educação financeira tenham ficado bastante claros e agora você deve se perguntar: por onde devo começar? Melhor ainda se você até então não empreendeu, pois terá tempo para aprender e errar menos. Mas ser você já é empresário há o ponto positivo de que o aprendizado teórico soma-se à prática, acelerando o entendimento. Esses conhecimentos teóricos podem ser conseguidos nas universidades, mas também em cursos de duração mais curta, como os oferecidos pelo Sebrae, bem como pela leitura de livros.

            É imprescindível separar as finanças (dinheiro) das pessoas jurídica (PJ) e física (PF). Este que parece ser apenas um detalhe é muito mais, pois com a confusão das finanças e a desorganização dos controles internos (administrativos e financeiros) fica impossível compreender o que está acontecendo.

O empresário que não sabe quanto está gastando e quando possui mais dinheiro do que a empresa também desconhecerá o quanto investiu nela. Uma regra básica é definir o pró-labore (salário justo para colocar um profissional para lhe substituir), montante que deve ser transferido em uma ou duas parcelas para a conta dele.

            Outro ponto importante é a definição do sistema (software) para a gestão do seu negócio. Muitas vezes a busca é pelo que tem menor preço, mas o barato pode sair caro. Invista tempo para conhecer diversos softwares. Se você se sente incapaz de tomar a decisão sozinho peça a ajuda de um consultor, contador ou outra pessoa com experiência. O sistema deverá ser passível de controlar amplamente o negócio, mas destaco os pontos principais e básicos:

            . Módulo integrado de faturamento e contas a receber ;

            . Relatórios de vendas, contas a receber e a pagar;

            . Gestão do estoque;

            . Cadastro de clientes e fornecedores;

            . Controle da movimentação bancária que permita a conciliação;

            . Fluxo de caixa (resumo da evolução financeiras – pagar e receber)

            . Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

            . Cópia de segurança (back-up)

            É comum observar o empresário com a mão na massa, isto é, atuando diretamente na produção ou vendas, mas isto é um equívoco. O empresário deve dedicar-se à gestão do negócio, analisar números para atestar se o desempenho está de acordo com o planejamento. Sem a análise das finanças é impossível saber se a empresa está apurando lucro. Interferir para ajustar o que não caminha bem deve ser a principal atividade do empresário.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

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A importância do tempo na vida da empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 06.08.2018

Nem sempre valorizado, o tempo é o bem de maior valor em nossas vidas, tanto pessoal quanto profissional. Quem desperdiça o tempo é um estúpido e vale o mesmo nas empresas, pois “tempo é dinheiro”.

A vida terrena é limitada pelo tempo, nem sempre empregado de maneira adequada para atingir os objetivos traçados.  Empresas que não se utilizam do controle do tempo tendem a ter maiores dificuldades para compreender o custeio dos seus produtos e mais ainda quando se trata da prestação de serviços.

Para compreender a importância do tempo em nossas vidas observem a informação divulgada pelo IBGE: em novembro de 2016, a expectativa de vida do brasileiro era de 75,8 anos. Em 1940, essa mesma variável apontava para 45,5 anos.

Ou seja, em 76 anos a ciência conseguiu aumentar a expectativa de vida em mais de 30 anos. Isso é fabuloso, pois agora temos mais tempo, mas é preciso saber aplicá-lo adequadamente.

Transformemos esse tempo que Deus nos disponibiliza em horas profissionais. O trabalhador que inicia a vida profissional aos 16 anos e vai até aos 70 dedica 10 horas diárias durante seis dias da semana.

Descansando 30 dias anuais nas merecidas férias, trabalhará aproximadamente 160 mil horas. Aqueles que se aposentam com 35 anos de trabalho depois de dedicar 44 horas por semana ao trabalho, considerando algumas faltas por diversos motivos, terão trabalhado 67 mil horas em suas vidas.

O empresário contábil talvez esteja na categoria que consome 160 mil horas da sua vida com o trabalho, tempo que não é tão longo para uma vida inteira. Com essa simples conta dá para perceber claramente que o TEMPO é finito e tudo o que fazemos depende dele. Será que estou aproveitando esse recurso finito de forma eficiente? E o empresário, tem consciência da importância do tempo na empresa?

Ainda com informações publicadas pelo Sebrae, em 2015 foram constituídas 708,6 mil empresas, saldo negativo de 5 mil, pois foram encerradas 713,6 mil (https://g1.globo.com/economia/noticia/por-dois-anos-seguidos-brasil-fecha-mais-empresas-do-que-abre-aponta-ibge.ghtml).

“Apenas 37,8% das empresas ativas em 2015 tinham mais de 5 anos”…“a idade média das empresas ativas em 2015 era de 10,9 anos”. Com estas informações dá para perceber o quanto de tempo e dinheiro são desperdiçados?

A falta de controle do tempo nas empresas deve ser um dos ingredientes causadores do descontrole que impossibilita executar todas as tarefas necessárias e exigidas pelos clientes.

Segundo a legislação trabalhista do Brasil, um colaborador trabalha, em média, 220 horas mensais, mas é só deduzir o descanso semanal remunerado para verificar que esse número não passa de 190.

Continue a conta e deduza férias, feriados, faltas abonadas, treinamentos, reuniões, lanches etc. para constatar que o colaborador não trabalha mais que 150 horas por mês. Se o tempo é tão importante, por qual motivo um empresário deixa de fazer esse acompanhamento?

“A falta de tempo é a desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”, disse Albert Einstein.

O TEMPO é um assunto importantíssimo na vida do ser humano, pois é breve para justificar nossa presença, deixar o nome registrado na história do mundo ou, ao menos, para a família orgulhar-se dos pais que tiveram. Nas empresas ocorre o mesmo e para que sejam ícones da longevidade é preciso respeitar e valorizar adequadamente o tempo.

Desde o ano de 2010 tenho dedicado muito tempo para melhor medi-lo. Os frutos deste árduo estudo que contou com o auxílio de diversos amigos e profissionais da Comissão de Precificação dos Serviços Contábeis (Copsec) do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas Sescap/PR) resultou nos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços”, além do software CTpres, que contribui para facilitar a medição do tempo.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Qual o Valor do Meu Serviço?

por Gilmar Duarte

O cliente somente comprará um serviço ou produto quando observar que o VALOR é bem maior do que o PREÇO.

Assim será um cliente satisfeito.

Valor, preço? Não entendi! Então leia este artigo.

Quanto vale o seu serviço? O cliente não valoriza o meu serviço ou produto!

Qual é o preço do seu serviço? O cliente não enxerga o preço no meu serviço ou produto!

Quanto custa o seu serviço? O cliente não percebe o custo do meu serviço ou produto!

As frases acima são ditas diariamente pelos empresários, mas nem sempre aplicam as três palavras adequadamente: custo, preço e valor.

O termo mal empregado pode distorcer a frase e impossibilitar o entendimento.

Vou exemplificar a importância de uma palavra mal aplicada. Qualquer pessoa que entende um pouco de custeio sabe que o lucro líquido acima de 30% é coisa extraordinária – talvez impossível licitamente -, mas é comum ouvir alguém dizer que em determinados serviços ou produtos consegue lucro de 200%.

Como pode isso? Simples, expressou-se errado. Talvez desejava dizer que a marcação ou mark-up é 2 (200%), ou seja, o serviço ou mercadoria que custa R$ 1.000,00 é vendido por R$ 2.000,00.

Considerando que não exista mais nenhum custo envolvido nesta venda (impostos, comissões etc.), o lucro líquido será de 50%.

O mesmo ocorre com os termos custos, preço e valor. Só é possível comunicar-se com precisão mediante a compreensão correta de cada uma dessas palavras.

Se o cliente perguntar: qual é o CUSTO do serviço ou mercadoria devemos refletir se ele deseja saber o custo ou realmente está se referindo aos custos para produzir o serviço ou mercadoria.

Poderá ser um grande parceiro e querer saber quais os custos para auxiliar no cálculo para ofertar melhores preços ou maximizar o lucro.

Mas se não for isto pode ser que deseja perguntar: qual é o preço para comparar com outros fornecedores e decidir de quem irá adquirir.

O VALOR do meu serviço ou produto é R$ 100,00! O que ele pretende dizer? Será que deseja informar que o seu bem é reconhecido pelos clientes pelo VALOR de R$ 100,00 ou informou que o PREÇO de venda é R$ 100,00?

Observem que PREÇO e VALOR são palavras diferentes e com significados bem distintos. Você poderá dizer: o ouvinte deve ter entendido o que ele quis transmitir. Será que entendeu mesmo?

O preço poderá ser definido com base nos custos, com base na pesquisa de mercado (concorrência) ou ainda em função dos valores percebidos pelo cliente. Tanto o fornecedor quanto o cliente podem definir o preço de venda.

Sim, o cliente também pode dar o preço. Para exemplificar tomemos o caso da venda de um imóvel anunciado pelo preço de R$ 1.000.000,00. Um interessado diz que paga somente R$ 800.000,00. Se for aceito, quem é que definiu o preço de venda?

Por fim, tratemos do VALOR. Quem é que define o valor de um serviço ou mercadoria? Valores são benefícios reconhecidos pelos clientes. Uma relíquia que ganhei do meu pai, por exemplo, poderá ter grande valor, mas não tem preço, pois não está à venda. O valor é definido pelo cliente (quem está interessado no bem ou serviço).

Se ele não enxergar nenhum valor, não significa que está errado. O fornecedor poder auxiliar, com informações, o cliente a reconhecer valores no serviço ou produto, mas só auxiliar.

Se alguém tentar vender um iPhone nova geração por R$ 100,00 para a minha mãe, certamente ela não comprará, pois não reconhece nenhum valor neste aparelho, que não sabe utilizar e nem deseja aprender. Este produto não tem qualquer valor para ela.

Custo, preço e valor são palavras com significados distintos. Devemos entendê-las para aplicar corretamente e deixar o diálogo compreensível. É importante lembrar que o VALOR é definido pelo cliente e ele nunca se engana.

Portanto, se o cliente não enxerga valor no seu serviço ou produto, procure melhorar a comunicação. Talvez ele venha a reconhecer valores superiores ao preço e se tornará um cliente satisfeito.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Alicerces de Um Negócio de Sucesso!

Por Equipe Boletim Contábil

Por Gilmar Duarte – via e-mail

A oportunidade de constituir ou ingressar em uma empresa normalmente causa euforia e ansiedade para a concretização. Esta atitude poderá fazer pular algumas etapas que no futuro, as vezes bem próximo, gera grandes complicações.

Muitas empresas são constituídas diariamente por ­­diversos motivos. O desemprego pode ser um deles e acaba se tornando um incentivo importante para abrir o próprio negócio.

Devido à falta de opção, pessoas desempregadas lançam-se no empreendedorismo em busca do sustento da família. Para tanto reúnem as economias e contraem dívidas – cálculos rápidos e afoitos as levam a acreditar que o novo negócio é prospero e capaz de retornar o capital investido em curto prazo, permitindo quitar as dívidas. E – vantagem das vantagens, ainda oferecendo postos de trabalho para o mercado tão carente.

Enfim, o novo negócio entra em operação e as dificuldades começam a surgir quase no mesmo instante, especialmente para os empreendedores de primeira viagem. Estes, movidos pelo entusiasmo e exagerado empenho, conseguem superar os momentos mais difíceis.

Devido às inúmeras exigências do negócio, às vezes o empreendedor desvia-se das atividades de gestão e ocupa-se com afazeres operacionais. Aos controles internos de produção, vendas e finanças é destinada pequena ou nenhuma importância, tanto que a falta de informações pode tornar impossível chegar à origem de certos problemas.

Em pouco tempo, o constrangimento de algumas empresas é tamanho que a única possibilidade é fechar as portas e tentar administrar o endividamento criado.

Para não cair na armadilha de perder as economias e contrair dívidas impagáveis faça um competente planejamento que inclua a análise de viabilidade, tarefa que poderá ser bem desenvolvida com o auxílio de um contador.

Depois de concretizada a ideia, ou seja, quando os investimentos começarem a ser feitos, novamente a orientação do profissional de contabilidade é fundamental para organizar todos os controles necessários, a fim de comparar o planejamento com o que está sendo executado.

A importância da presença do contabilista na vida financeira de qualquer empresa vai além do atendimento das exigências legais. Essa tarefa é necessária e importante, mas para que a empresa gere lucro, a prioridade dos acionistas, são necessários muitos outros controles, sobre os quais o profissional da contabilidade exerce total domínio.

Transforme o entusiasmo em combustível para fazer o negócio seguir adiante. Acrescente a ele o planejamento e o acompanhamento profissional de todos os números e sua empresa terá vida longa, certamente.

Esta não é uma receita rápida de sucesso, apenas uma sugestão para potencializar a admirável capacidade empreendedora do brasileiro, graças à qual, apesar das “crises”, ainda existe uma economia que gera desafios e oportunidades para os que realmente querem trabalhar e vencer.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Limites na Licitação Pública Tem Valores Alterados

Através do Decreto Federal 9.412/2018 foram elevados todos os preços das modalidades de licitação no Brasil. As alterações vigoram a partir de hoje (19.07.2018).

Os valores de dispensa para compras diretas, sem licitação, não eram atualizados desde 1998.

O Decreto se aplica a todos os órgãos da Federação (União, Estados, Distrito Federal e municípios), uma vez que cabe à União, exclusivamente, legislar sobre normas gerais de licitação e contratação.

Confira os valores estabelecidos com a atualização:

Para obras e serviços de engenharia

– na modalidade o convite é até R$ 330 mil;

– tomada de preços R$ 3,3 milhões e

– concorrência acima de R$ 3,3 milhões.

Para compras e serviços na modalidade de convite até R$ 176 mil;

– tomada de preços até R$ 1,43 milhão e

– concorrência acima de R$ 1,43 milhão.

valores-licitacao-2018