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A importância dos indicadores financeiros e econômicos para as empresas

por Gilmar Duarte – via e-mail – 2018

As incertezas quanto ao desempenho da empresa é uma constante que pode ser clareada com a simples adoção de indicadores capazes de ser comparados com períodos anteriores – mês ou ano -, bem como com outras empresas.

O “indicador” é algo que indica, dá a conhecer, serve de guia ou, ainda, que serve para indicar. Esta terminologia tem por finalidade mostrar algo através de sinais ou indícios e é empregada em quase todas as atividades, a exemplo da aferição da pressão arterial, velocidade, inflação, produção, vendas, qualidade de vida, sustentabilidade, emprego etc.

A aplicação dos indicadores, fundamentais para as grandes empresas, é vital às micro e pequenas empresas (responsáveis por 72% dos empregos gerados no Brasil em julho de 2018, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), levantamento com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), índice que se mantém ao longo dos últimos anos) que desejam crescer ordenadamente.

A principal função dos indicadores é demonstrar a saúde de determinado empreendimento, ou seja, permitir avaliar o desempenho da produção, vendas, finanças, lucratividade, patrimônio etc. para garantir o sucesso do mesmo.

Os lucros bruto e líquido, custos fixos e variáveis, ponto de equilíbrio, liquidez corrente e seca são alguns dos indicadores mais conhecidos no universo empresarial, contudo muitos outros podem e devem ser aplicados para medir o desempenho, tais como evolução do faturamento mensal, anual e por vendedor, ticket médio, inadimplência e perdas com o recebimento dos clientes, ou qualquer outro, inclusive aqueles que atendem especificamente o seu negócio.

Participar de palestras, cursos ou simplesmente ler artigos e livros desperta no gestor a necessidade de acompanhar mais de perto o desempenho do empreendimento, o que o leva a perceber que os indicadores se encaixam perfeitamente na solução da carência, em função da praticidade para a compreensão do cenário.

O primeiro passo é gerar os indicadores. Este momento pode ser trabalhoso, mas se for automatizado com o passar do tempo será tarefa simples levantar os números. Aconselha-se adotar periodicidade curta, preferencialmente nunca superior a um mês. Para exemplificar, acompanhar mensalmente o crescimento das vendas é aceitável, mas se este acompanhamento for diário a tomada de decisão será mais rápida e a tempo de recuperar o mal desempenho.

A adoção de indicadores não é a parte mais espinhosa desta atividade, mas sim a análise periódica dos mesmos, pois gerar os números e não saber analisá-los ou indispor de tempo é o mesmo que fazer nada. Peter Drucker (1909/2005), considerado o “pai” da administração moderna, dizia que “o que pode ser medido pode ser melhorado”. Os indicadores são métricas para comparar o desempenho da sua empresa com períodos anteriores ou, quando possível, confrontar seus resultados com os números das empresas concorrentes para ir ao encontro do aprimoramento constante. Saber onde está o problema é a melhor forma de tomar as atitudes capazes de resolvê-lo.

Não caia na armadilha do relaxamento, mas defina um espaço em sua agenda e faça do tempo para analisar os indicadores um instante de profunda reflexão dos resultados obtidos no seu empreendimento para aprimorar sempre mais.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Microambiente corporativo e o padrão de energia

por Isnar Amaral

No mundo corporativo, a visualização de todo o processo do negócio acontece a partir do macroambiente, que vai além do seu ambiente interno, considerando variáveis visíveis, perceptíveis, palpáveis e mensuráveis. É principalmente a partir destes elementos que uma organização analisa suas ameaças e suas oportunidades.

No entanto, é no microambiente empresarial que tudo começa: são feitas escolhas e tomadas decisões em prol da sua missão. É este o “meio” influente onde é cultivada a semente do propósito, um padrão de energia, que – para se materializar – necessita de um ambiente favorável. Cabe, então, tornar este “meio” com condições propícias.

Esta percepção é repudiada pelos céticos, por desconhecimento ou miopia, como se houvesse a necessidade de acreditar. No entanto, muitos outros concordam que é necessário algo a mais do que capital, produto e talento para a obtenção de sucesso. É comum atribuir à “sorte” o crescimento do negócio ou atividade profissional. Todavia, na realidade, tudo depende de preparação, oportunidades e infinitas possibilidades, atributos que podem ser desenvolvidos no ambiente corporativo.

As empresas precisam, cada vez mais, de pessoas qualificadas e com potencial criativo do que simples recursos humanos operacionais.

Uma performance sustentável é menos racional e mais emocional. Isto é mais do que simplesmente direitos e deveres e, sim, qualidade de vida, satisfação pessoal, diminuição do estresse, reconexão com a natureza, combinando criação de oportunidades e eficácia em resultados. O alinhamento de interesses entre empresa e colaboradores requer, também, um ambiente corporativo favorável.

É normal os gestores investirem em treinamentos dispendiosos para a sua equipe, na intenção de criar um diferencial competitivo para o seu negócio, sem se preocuparem em tornar propício o ambiente corporativo. Em pouco tempo, este ambiente inadequado contagia as pessoas novamente, dissipando todo o investimento e voltando tudo aos padrões anteriores.

Fica claro, então, que o diferencial do negócio está nos detalhes e isto é implementado principalmente a partir do microambiente corporativo. É em condições ambientais adequadas que a semente cresce e frutifica. A implementação de ambientes corporativos propícios é o nosso propósito profissional.

Isnar Amaral

Gestor Ambiental

Especialista em Qualidade do Ambiente

www.ambientebasico.com.br

 

Delegar de forma eficaz é produtivo para a empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 09.11.2018

Acredita-se que o mau desempenho das tarefas está ligado ao despreparo do colaborador. Outros motivos estão atrelados a este fato, e um deles que contribui enormemente para esta condição é o líder centralizador, que acumula decisões sob a alegação da falta de tempo.

            Abarrotar-se de serviços que impedem a adequada execução e dentro do prazo ideal é um problema comum neste século da ansiedade, inclusive no meio empresarial. O acúmulo das tarefas não só faz a pessoa ficar insatisfeita, mas causa estresse e, na maioria das vezes, também gera prejuízos financeiros.

            Quando se chega a este ponto, o remédio é delegar parte das responsabilidades para um subordinado que pode estar dentro da empresa ou, por vezes, fora dela, obrigando a contratação de um terceiro. Identifique o que pode ser delegado e escolha a pessoa certa, mas decida com calma e frieza, pois o subordinado deverá ter aptidão para tais funções.

            Delegar é a transferência de poder ou autoridade para um subordinado ou um conjunto deles. Para isso é necessário identificar pessoas capazes e que demonstram o desejo de assumir tal incumbência. As responsabilidades que podem ser delegadas compreendem o planejamento, a decisão ou a execução de tarefas. Após a delegação é preciso acompanhar o desenvolvimento das mesmas de perto, especialmente no período inicial, para que o subordinado sinta-se apoiado e ganhe confiança.

            Algumas pessoas têm dificuldades para delegar responsabilidades, principalmente porque sabem executar o serviço, mas não gostam ou são incapazes de ensinar. Quando isto ocorre devem buscar auxílio de profissionais (consultores ou coaching), junto aos quais definem as tarefas a ser delegadas, escolhem o subordinado e montam o treinamento.

            Outro motivo para não delegar é o medo de perder o poder ou a crença de que ficarão com pouca ou nenhuma função. Esta insegurança deve ser superada, pois o acúmulo de trabalho que impossibilita o empresário a pensar também está atrapalhando a tarefa dos colegas e gerando prejuízo para a empresa. Lembro-me de uma cliente muito centralizadora que possuía uma grande mesa de trabalho e adorava chamar os subordinados para conversar e despachar. Era comum ter quatro ou mais profissionais ao redor da mesa. Enquanto despachava com um deles, os demais aguardavam. Quantas horas de trabalho desperdiçadas!

            O líder deve estar atento ao bom desenrolar de todas as atividades que estão sob sua responsabilidade, tendo como funções maiores traçar objetivos, criar condições para a realização, estimular a equipe para atingir as metas e avaliar os resultados alcançados. Desta forma será possível assumir responsabilidades maiores a fim de que o empreendimento obtenha resultados mais satisfatórios.

            A seguir descrevo sucintamente os dez passos para que a delegação de responsabilidades ocorra de forma eficaz:

  • Se o subordinado escolhido estiver sobrecarregado é preciso ajudá-lo a distribuir as tarefas para que receba as novas atribuições;
  • A mesma tarefa não dever ser delegada a dois subordinados;
  • Deixe claro o que você espera dele na nova função;
  • Explique e certifique-se de que o colaborador compreendeu os motivos pelos quais a tarefa deve ser feita daquela forma;
  • Juntamente com a delegação da tarefa delegue a autoridade, ou seja, permita-o tomar decisões;
  • Ao constatar problemas que se repetem na execução reúna-se com o subordinado para identificar os motivos e ajudá-lo a resolvê-los;
  • Esteja aberto para acatar sugestões;
  • O subordinado sente-se mais seguro quando lhe é transmitida confiança;
  • Critique quando necessário, mas faça-o em particular e destaque os pontos positivos;
  • Recompense quando os resultados atingirem as metas estabelecidas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Montar um negócio próprio – 7 dicas importantes

Fernando Pigatti – via e-mail 23.10.2018

Traçar estratégias, conhecer bem o mercado, ter um bom escritório de contabilidade e saber divulgar estão entre as principais dicas para montar um negócio próprio

Quando pensamos em montar um negócio próprio, logo vem uma série de questionamentos: e agora, por onde eu começo? Qual negócio eu monto e onde eu busco as informações corretas?

Realmente, começar uma empresa não é das tarefas mais simples. Eu sei muito bem todos os desafios do empreendedorismo, por isso separei 7 dicas importantes que podem te dar algum insight bacana.

1 – Melhore o que já existe

A escolha de um segmento de negócio é bem difícil. Ter uma ideia original e exclusiva, então, é quase raridade e, muitas vezes, também não é o melhor caminho. Por isso, aprimorar e adaptar o que já existe pode ser muito mais fácil e rentável!

Além do mais, é de extrema importância conhecermos e respeitarmos os nossos talentos, habilidades e gostos, pois trabalhar com áreas que não gostamos, não conhecemos ou não temos afinidade pode ser uma receita para o fracasso.

Qualquer que seja o setor escolhido, tome essa decisão porque gosta e se identifica, e não só por que acha que pode dar dinheiro.

2 – Conheça bem o ponto em que deseja abrir o negócio

Hoje em dia, com os avanços da comunicação e promoção digital, alguns tipos de empresas não têm mais no local físico a sua principal razão de sucesso.

No entanto, se a localização ainda é muito importante para o seu ramo, você precisa conhecer minuciosamente a região onde pretende abrir seu negócio, pois isso pode determinar seu fracasso ou sucesso.

Alguns tópicos devem ser considerados ao escolher o ponto comercial. Entre eles:

  • O negócio será aberto ao público?
  • Terá movimento de clientes na empresa?
  • Ou vai servir apenas de local de trabalho interno?
  • Outros tópicos importantes são: valor de aluguel, tamanho e logística operacional do ramo de atividade.

3 – Tenha um plano de negócio com estratégias bem traçadas

Um dos principais pontos de um bom Plano de Negócio está nas estratégias que serão usadas para alcançar os objetivos traçados. É isso que fará com que o seu negócio emplaque com mais facilidade ou não.

Seguem algumas perguntas importantes para delinear as diretrizes que vão guiar a sua empresa:

  • Como vender um produto ou serviço para determinado público segmentado no seu Plano de Negócio?
  • Como levantar investimento suficiente para aplicar ao negócio?
  • Como atingir a meta de venda traçada?
  • E como contratar funcionários especializados no ramo de atividade?

4 – Escolha um bom escritório de contabilidade

A escolha de um bom contador logo no início da empresa traz benefícios importantes para o negócio, como:

  • Contrato social bem feito;
  • Enquadramento correto da empresa na Receita Federal e Prefeitura;
  • Escolha do regime tributário mais adequado;
  • Orientações importantes para administração e gestão burocrática.

Para facilitar a decisão, não se limite apenas ao preço do contador. O escritório de contabilidade deve ser escolhido pelo seu valor, e não pelo seu custo monetário, pois será um dos seus principais suportes nessa empreitada.

5 – Tenha o investimento necessário para a sobrevivência do negócio

Deixar de fazer os cálculos corretos de investimentos e, principalmente, do fluxo de caixa pode comprometer todo o planejamento. Além do valor inicial para a formatação do negócio, considere que a empresa não terá faturamento nos primeiros meses de vida, precisando, assim, de uma quantia mensal para a sua manutenção.

Dependendo do ramo de atividade escolhido, faça a projeção inicial para 6 meses com possibilidade de estendê-la por mais um semestre.

6 – Escolha bem as pessoas que vão trabalhar ao seu lado

Tanto a seleção do sócio quanto dos funcionários é essencial para o sucesso do negócio. Isso porque bons profissionais produzem mais do que o esperado, enquanto colaboradores desmotivados, além de não trazerem resultados, acabam gerando altos custos.

Da mesma forma, a escolha do sócio tem que ser bem criteriosa. Identificação, afinidade e respeito, acima de tudo, são fundamentais. Além disso, definir com clareza a divisão de tarefas, responsabilidades, remunerações e retiradas de cada um é de suma importância para o bom relacionamento de todos.

7 – Aprenda a divulgar

O marketing ainda é a alma do negócio e existem infinitas maneiras de divulgar uma empresa. É claro que cada uma tem a sua particularidade, mas o que existe em comum em todas, nos dias de hoje, é a necessidade da presença virtual para impactar os clientes.

A evolução da internet e das redes sociais facilitou e possibilitou que qualquer companhia seja divulgada e conhecida de forma global e rápida. Para tanto, o Marketing Digital é, atualmente, a maneira mais econômica e assertiva para a divulgação de serviços e produtos, além da manutenção de um relacionamento com o público.

A correta utilização dessa ferramenta e o quanto a empresa está disposta a investir nas mídias online ajudam a definir tanto o posicionamento da imagem das marcas quanto o retorno das ações planejadas.

Para finalizar, é preciso pensar bem antes de montar qualquer negócio. Analise, reflita, pesquise. Converse com pessoas do mesmo ramo, ou até de outros, mas que tenham mais vivência empresarial. Só não se esqueça de nunca desistir dos seus sonhos e sempre acreditar no seu potencial.

Fernando Pigatti

Líder na Pigatti Contabilidade. Ajudando os donos de negócios no Brasil!

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5 Técnicas de vendas – O que fazer quando o cliente diz que está caro

Fernando Pigatti – via e-mail 23.10.2018

O cliente acha que o seu produto ou serviço está caro? Use argumentos comparativos, enalteça a pessoa e agregue valor

Quem nunca passou por uma situação assim em momentos de negociação: o cliente entra na loja ou escritório, você explica tudo sobre determinado produto/serviço e o convence de que ofereceu exatamente aquilo o que ele deseja. Até você falar o temido preço. Então, ele nos diz:

_ Eu gostei bastante, mas está muito caro.

Isso acontece porque o consumidor sabe que precisa ou quer efetuar essa compra e está a um passo de fechar negócio, mas, na maioria das vezes, ainda não entendeu completamente o valor agregado desse item específico.

Se esse cenário é frequente no seu dia a dia, veja abaixo 5 técnicas para driblar o receio do cliente em relação ao preço e aumentar as vendas.

  1. Faça uma objeção 

Quando ele disser que está caro, devolva a afirmação com um questionamento e uma objeção. Pergunte:

_ Como assim caro?

Se elaborada de forma sutil, essa indagação faz com que o cliente repense o valor em relação às características e vantagens do produto. Ou seja, ele entende na hora que está lidando com um artigo ou serviço de padrão mais alto e que não conseguiria encontrar algo similar no mercado por preços menores.

  1. Estimule a comparação

Pergunte para o cliente:

_ Está caro em relação ao quê?

Esse efeito comparativo é sempre importante, pois faz com que o consumidor reflita sobre o que está usando como referência para comparar com o preço do produto que você ofereceu e ele achou caro.

Feito isso, você consegue mais argumentos na negociação, pois essa é a hora de mostrar todas os benefícios únicos de efetuar essa compra.

  1. Enalteça o merecimento 

Assim como você, o seu cliente também batalha para ter o que deseja. Nada mais justo, então, do que ele adquirir um produto diferenciado que vale a pena. Uma ótima técnica de venda nesse estágio é destacar esse sentimento de merecimento:

            _ Não é caro, é exclusivo. Se você acha que merece, deve comprar.

Essa afirmação remete à autovalorização da pessoa e mexe com o ego dela. Ou seja, faz com que o futuro cliente enxergue a possibilidade de possuir algo único como uma recompensa ao trabalho árduo.

  1. Agregue valor

Para ancorar todos os argumentos mostrados acima, é de extrema importância que você associe valor naquilo que está vendendo, e não apenas preço.

Isso pode ser feito de várias formas. Vou citar algumas:

  • Conte uma história sobre o produto/serviço. Isso personifica o item ou marca e agrega um significado com o qual o cliente pode se identificar;
  • Liste os benefícios que o artigo tem e que podem melhorar a vida do consumidor. Isso é essencial, pois as experiências é que vão convencê-lo a fechar negócio. Ou seja, quando ele entender que está comprando algo intangível;
  • Exponha o lado bom e o lado ruim do que você quer vender. Mostrar ambas as perspectivas passa um sentimento de verdade ao cliente, dando o poder e a segurança necessária para que ele decida investir no item.

Essas são apenas algumas dicas rápidas que podem mudar totalmente o rumo da sua negociação.

  1. Assuste primeiro

E uma última técnica, mas não menos importante: mostre sempre o seu produto/serviço mais CARO primeiro. Depois, você passa a oferecer as opções mais baratas.

Na cabeça do seu cliente, essa tática o faz concluir que está em frente a um bom negócio, e que não pode deixar de comprar de você.

Além disso, afirme que ele não precisa adquirir o mais caro e que outro produto mais em conta pode atendê-lo bem também. Dessa forma, ele vai confiar mais ainda em você e, com certeza, fechar o negócio.

Fernando Pigatti 

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Motivação dos colaboradores

por Gilmar Duarte – via e-mail 22.10.2018

Ter um time motivado é o que todo empresário deseja, mas com o tempo vem o desgaste, o relaxamento o cansaço e quando menos se espera a equipe está desmotivada e a produtividade, em baixa.

A Pirâmide de Maslow, ou a Hierarquia das Necessidades de Maslow, amplamente conhecida entre os gestores de pessoas preconiza satisfazer as necessidades das pessoas, indiferentemente se empregados ou empregador, líderes ou liderados, pobres ou ricos, na ordem que segue abaixo. Sem a satisfação das necessidades anteriores não há como suprir as posteriores.

Ou seja, se o indivíduo está com fome, de nada adianta oferecer plano de saúde. O suprimento das necessidades fará empregados mais motivados e, consequentemente, mais produtivos.

  • Fisiológicas: fome, sede, sono, abrigo, sexo etc.;
  • Segurança: sentimento de segurança, casa, emprego estável, plano de saúde etc.;
  • Aceitação e afeto: amor, pertencimento a um grupo etc.;
  • Reconhecimento: das capacidades pessoais e das funções desempenhadas; e
  • Autorrealização: último estágio, onde o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser.

A palavra motivação deriva do latim MOVERE, que significa mover para realizar determinada ação. É o impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir determinados objetivos. Lançar desafios possíveis de serem alcançados e premiar quando atingidos são incentivos para a motivação permanecer em alta.

Cada indivíduo escolhe, conscientemente ou não, viver melancólico (quando faz apenas o mínimo necessário e sem qualquer indício de animação), intermediário (executa bem as atividades, de acordo com o que lhe foi ensinado, portanto pode ser considerado um bom colaborador, mas não diferenciado), ou motivado (além de desenvolver bem as atividades, está animado e busca formas de aprimorar tudo o que faz).

Talvez o segredo para a empresa estimular a motivação de seus colaboradores está na definição do propósito e da liderança. Cabe aos líderes, em todos os níveis, alinhar os propósitos da empresa com o de seus colaboradores para que consigam aprimorar o rendimento pessoal e do time da empresa.

É natural ter na equipe pessoas desmotivadas, mas esse perfil causa prejuízos à produtividade, além de poder contaminar os outros. Impor a motivação não funciona, mas buscar identificar as causas para inspirar o empregado e, quem sabe, torná-lo motivado é o caminho. Mas se isto não for possível é melhor tirar a laranja podre para não contaminar as boas.

No início da década de 1990 havia um palestrante, cuja aparência e voz lembravam o místico candidato à presidência do Brasil, Enéas Carneiro, que sabiamente dizia que “as empresas nada mais são do que as pessoas que as administram”. Desta forma, a competitividade entre as empresas faz o capital humano, fonte de sucesso ou fracasso, ser cada vez mais valorizado.

Sabemos que a motivação depende de cada um, mas também é sabido que é possível inspirar para que as pessoas se sintam desafiadas e motivadas a alcançar objetivos particulares e em grupo.

Comunicação interna nas empresas que não flui tão bem entre líderes e liderados ou entre departamentos pode ser causa de desmotivação. É necessário ouvir com atenção, dialogar com respeito, aceitar sugestões e fazer reuniões bem planejadas, recursos de baixo custo, mas eficientes para minimizar os ruídos na comunicação e maximizar a motivação dos profissionais.

Concluo este breve artigo com a definição de motivação de acordo com o Dicionário Aurélio, pois resume a exposição acima. Fazer uso da ferramenta motivação tornará os colaborares mais felizes e produtivos, qualidades indispensáveis para o bem-estar das pessoas e a sobrevivência das empresas.

Motivação, segundo o Aurélio, é o “ato ou efeito de motivar, de despertar o interesse por algo: os elogios serviram de motivação para melhorar. Reunião das razões pelas quais alguém age de certa forma; processo que dá origem a uma ação consciente”.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

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Redes de negócios – por que apostar nas alianças estratégicas?

por Fernando Pigatti  – via e-mail 17.10.2018

As redes de empresas colaborativas trazem vários benefícios, como maior poder de negociação, aumento da produtividade, redução de custos e reputação

Driblar a competitividade empresarial não é tarefa fácil, principalmente diante de cenários cada vez mais globalizados. De um lado, grandes companhias reinam em absoluto com força de capital, mão-de-obra, marketing, network e muito mais. Do outro, micro, pequenas e médias empresas sobrevivem com esforços concentrados na disputa por nichos de mercado bem definidos.

É, sim, uma concorrência pesada. Mas isso pode ser amenizado com uma estratégia que retrata bem os novos tempos: as redes de negócios baseadas na união de conhecimentos, localidades específicas e recursos.

O conceito

Imagine fazer parte de uma cadeia de empresas que têm em comum determinado segmento de mercado e, com isso, ser capaz de oferecer serviços melhores para mais clientes, com maior capacidade de produção e visibilidade sem aumento nos custos.

Esse é o conceito das redes de empresas, que formam alianças entre si para ganhar força e atender, por exemplo, multinacionais ou marcas presentes em diferentes cidades do país. Ou ainda fornecer soluções para diversas necessidades de seus clientes, cumprir demandas de grandes consumidores, entre outras oportunidades tão desejadas, mas muitas vezes limitantes.

É claro que não é vantajoso se associar a qualquer um apenas para ter benefícios. Mesmo que cada empresa seja independente, as parcerias formais ou informais devem ter objetivos e valores em comum. De acordo com o Sebrae, esse tipo de colaboração requer confiança entre as partes, além de princípios básicos fundamentais a serem seguidos, como cooperação, integração, compartilhamento e ajuda mútua, uma vez que a meta é crescer em conjunto.

Benefícios das redes de negócios

A globalização tem colocado em voga um comportamento antagônico dos consumidores, que é o de valorizar a personalização. E, como dito no início desse texto, é exatamente esse o principal valor agregado que os pequenos negócios podem e devem oferecer.

No entanto, muitas vezes vemos o diferencial dos serviços serem deixados de lado pelos clientes, que optam pelo menor preço, maior oferta, entre outras facilidades que as grandes marcas apresentam. E é por isso que vale a pena considerar as alianças como uma estratégia de sobrevivência e crescimento da sua empresa.

Unir esforços possibilita cenários impraticáveis para pequenos negócios que trabalham de forma isolada, como acesso a capital, novas tecnologias, conhecimento, reputação e muito mais.

Veja 5 benefícios dos empreendimentos colaborativos:

  1. Poder de negociação

Segundo pesquisa do Sebrae, entre as maiores vantagens de fazer parte de um grupo de empresas está o poder de negociação com fornecedores. Isso porque quanto maiores e mais frequentes os pedidos, melhores são os preços.

  1. Diminuir custos

Com o poder de negociação vem a redução de custos, mas não só pela barganha. Uma vez que o compartilhamento de serviços faz parte das bases das redes, é possível dividir gastos com logística, marketing, novas tecnologias, entre outros.

  1. Aumentar a produtividade

Da mesma forma, a cooperação entre as diversas empresas associadas possibilita que pequenas companhias atendam grandes demandas de produtos e serviços, por exemplo.

  1. Acesso a conhecimento

Além dos benefícios financeiros, a maior moeda de troca entre as associadas é o conhecimento.

Unidos pelo mesmo objetivo, mas com expertises variadas, os profissionais que fazem parte de redes assim têm a possibilidade de compartilhar e absorver know-how, experiências, tecnologias e competências que vão auxiliar a todos, inclusive suas próprias empresas.

  1. Reputação positiva

E, por fim – mas não menos importante –, a aposta nesse tipo de estratégia possibilita que as envolvidas sejam reconhecidas nos seus mercados de atuação, seja pelo crescimento, pelos clientes que atendem ou até mesmo pelos investimentos em marketing conjunto.

Desafios

Mas, obviamente, nem tudo são flores. Existem, sim, questões a serem avaliadas antes de entrar de vez no mundo das redes de negócios.

Da mesma forma que a confiança é o princípio de tudo, é também um risco nos casos de divisão errada de resultados, por exemplo. Nesse quesito, entra em cena a gestão das empresas participantes, que deve ser transparente e bem planejada, de modo que estimule o crescimento, o investimento em inovação, marketing e, principalmente, a cooperação entre as companhias. Sem isso, esse modelo não tem sentido algum.

Estruturação

Agora, vamos supor que você está convencido, mas precisa saber por onde começar. De acordo com o Sebrae, as alianças entre empresas podem acontecer de três formas distintas:

  1. Núcleo

Uma grande companhia central cria uma rede de fornecedores de micro, pequenas e médias empresas. Apesar da cooperação e troca entre os selecionados não serem as metas principais, o modelo ainda traz benefícios como treinamento de funcionários, investimentos em tecnologia e reconhecimento.

  1. Rede Horizontal

Com outra proposta, aqui não existe um centralizador, pois a Rede Horizontal é formada por empresas em igual nível de poder que buscam os mesmos objetivos e atuam entre si de forma independente, mas como parceiras para complementar serviços.

  1. Núcleo-Anel

Nesse caso, também existe uma empresa central, mas ela é beneficiada pela rede de negócios, assim como pode investir no desenvolvimento do grupo todo. Isso porque as companhias ao redor dela se unem para conseguir melhores condições de negociação, acesso a capital, investimentos e outras necessidades possibilitadas pela aliança.

De qualquer forma, não importa qual é o modelo ideal para o seu objetivo. Apostar na colaboração entre empresas e profissionais é ir de encontro à nova realidade do mercado mundial, onde é cada vez mais difícil sobreviver sozinho. Portanto, pensar em parcerias é uma estratégia bem interessante para o desenvolvimento e crescimento da sua empresa.

Fernando Pigatti 

Líder no Marketing da Pigatti Contabilidade. Ajudando os donos de negócios no Brasil!

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Planejamento financeiro empresarial: 8 dicas para não errar!

por Fernando Pigatti  – via e-mail 17.10.2018

Um bom planejamento financeiro empresarial é essencial para projetar e administrar bem um negócio. É por meio dele que conseguimos visualizar:

  • Custos;
  • Receitas;
  • Despesas;
  • Margens de Lucro;
  • E metas (é muito importante que sejam bem estabelecidos os objetivos a serem alcançados ao longo do ano).

Portanto, organizar os rendimentos só traz benefícios, que vão desde sustentar a empresa à viabilização do reinvestimento em setores que se fazem necessários. Além disso, essa projeção também abre portas para a expansão e evita o encerramento precoce da companhia – causado principalmente porque muitos empreendedores não priorizam a gestão financeira.

Para que isso não aconteça com você, eu elaborei algumas dicas para se ter em mente na hora de montar ou reestruturar o seu negócio:

  1. Elabore metas

Como dito antes, traçar objetivos é fundamental. É a partir deles e da análise de vários cenários possíveis que você vai desenvolver planos de ação precisos para o futuro da sua empresa, como aumentar 20% as vendas em um ano, diminuir os custos de produção em 10% ou melhorar a imagem da marca.

É empolgante, não? Mas para isso acontecer, é preciso investir. Então, com essas metas bem definidas no papel, o planejamento financeiro empresarial se faz imprescindível para que você alcance o que idealizou, evitando erros no caminho e assegurando que o dinheiro vai estar lá quando chegar a hora de usá-lo.

E mais um adendo: nos casos de dívidas, a organização é ainda mais necessária. Verifique quais despesas são possíveis de pagar, defina as prioridades e busque soluções para quitar as contas pendentes.

  1. Abuse das planilhas

O Sebrae disponibiliza gratuitamente uma série de planilhas em Excel para que você inicie o controle da sua empresa.

Com elas, você será capaz de desenhar todas as despesas, ganhos e demais custos do seu dia a dia. Assim, estará sempre de olho na situação da companhia e saberá o momento certo de investir ou recuar.

  1. Se agarre ao planejado

Uma vez delineado o seu plano financeiro, mantenha-se nele. Trabalhe conforme o elaborado, tendo em mente sempre as metas que você almeja para o seu negócio. Assim, sempre que precisar usar o dinheiro da empresa, você vai avaliar melhor a situação e investir apenas no que é realmente necessário em prol dos objetivos traçados.

Se você analisar que a compra é importante, não deixe de levantar diversos orçamentos com vários fornecedores e comparar os preços e os custos-benefícios. Fique de olho em gastos com produtos ou serviços irrelevantes para a sua necessidade.

Outro fator muito importante é evitar desperdícios, tanto em materiais desnecessários quanto em despesas fixas da empresa, como energia, água e outras contas básicas.

  1. Analise os resultados

Você já sabe que precisa fazer relatórios regulares sobre as finanças da empresa, mas também é essencial que esses dados sejam analisados para entender, de fato, se os resultados estão ou não dentro do planejamento financeiro.

Manter essa rotina de avaliação possibilita diagnosticar problemas, erros e, principalmente, a saúde do seu empreendimento.

  1. Trabalhe com fundo de reserva

Toda empresa precisa trabalhar com uma reserva financeira pré-estabelecida, para que se mantenha funcionando caso exista uma oscilação de mercado ou se as metas de faturamento não forem atingidas em um determinado período.

É claro que cada companhia e ramo tem sua particularidade, mas sempre pense em ter como fundo um valor que pague, pelo menos, o custo total do próximo mês.

  1. Não misture as finanças

O planejamento financeiro pessoal, principalmente para quem é empresário, também se faz muito necessário. Isso porque não misturar as finanças da empresa com as próprias contas é uma das premissas mais básicas para que o negócio prospere.

Portanto, é muito importante que seja determinada a remuneração dos sócios – o chamado pró-labore. Dessa forma, as retiradas sem controle do caixa da empresa são evitadas, além de que, somente assim, é possível entender a lucratividade e possibilidades de cada um.

  1. Se necessário, terceirize

Existem muitos softwares de gestão financeira no mercado que podem ajudar nesse planejamento. Uma boa opção também é a contratação de especialistas ou empresas de consultoria que auxiliam nessa organização.

A terceirização desse serviço também é uma ótima opção, pois além de aliviar alguns departamentos da sua empresa ao transferir procedimentos burocráticos para profissionais especializados, também permite que a sua equipe foque no objetivo original do negócio.

O interessante, nesses casos, é que a escolha do prestador desses serviços seja feita com base no quanto isso vai te ajudar a gerir a sua empresa. Não basta contratar manuseadores de papéis. É preciso ter ao lado parceiros capazes de te instruir e auxiliar nas tomadas de decisões para a saúde do seu empreendimento.

  1. Mantenha-se atualizado(a)

Saber os termos técnicos e os significados de cada operação financeira é fundamental para entender as diferenças entre cada um e elaborar um planejamento financeiro empresarial. Veja alguns deles:

  • Faturamento: total bruto arrecadado em determinado período;
  • Lucro: diferença do faturamento menos os gastos;
  • Gastos: despesas totais e custos;
  • Investimentos: valores utilizados para melhorar ou expandir a empresa;
  • Capital de Giro: recursos financeiros para o negócio continuar em operação;
  • Ponto de Equilíbrio: ponto onde a companhia consegue pagar as próprias contas, mas ainda não oferece lucro;
  • Fluxo de Caixa: diferente do Capital de Giro, essa ferramenta é determinada pela avaliação de tudo o que entrou e saiu das finanças da empresa em um determinado período, podendo ser positivo ou negativo.

Mas não se apegue só a isso. Um bom empreendedor está sempre atento a o que acontece no mundo e às transformações econômicas, políticas e sociais. Leia e se informe sobre tudo!

Fernando Pigatti 

Líder no Marketing da Pigatti Contabilidade. Ajudando os donos de negócios no Brasil!

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Como criar um plano de marketing para a sua empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 15.10.2018

Qualquer ação não planejada pode ter consequências desastrosas. Em relação ao marketing não é diferente. Planejamento de marketing significa pensar antes de agir.

O plano de marketing é o conjunto de ações que se utiliza de ferramentas de gestão para promover uma marca, produto ou serviço visando a determinado objetivo. É a vitrine da sua empresa e deve estar sintonizado com a visão, missão, valores e objetivos da mesma.

Não existe uma receita pronta que se enquadra em qualquer negócio para a divulgação de marca, produto ou serviço, mas alguns passos são fundamentais e permitem às pequenas empresas fazer seus projetos: contextualização, definição do público-alvo, fixação dos objetivos, estabelecer estratégias e táticas de comunicação e aprovar o orçamento de marketing. Abordaremos cada um desses tópicos de forma prática para facilitar o entendimento.

Contextualização: é preciso compreender o nicho de mercado para tornar o produto competitivo. Entenda como o concorrente age e crie ações que se destacam dele. Identifique os pontos fortes e fracos referentes a características da sua empresa e as oportunidades e ameaças em relação aos fatores externos. Muitas e valiosas informações devem ser obtidas com pesquisas juntos aos clientes ativos e inativos. Procure identificar o que distingue o seu produto dos concorrentes e que tipo de comprador é mais provável que opte pela sua marca, produto ou serviço.

Público-alvo: descreva o perfil de cliente desejado para o seu negócio, tais como a região em que reside, idade, sexo, arranjo familiar, renda, estilo de vida, conservador ou inovador, líder ou seguidor, tímido ou agressivo, frequência de compra etc., ou seja, crie personas (perfil do cliente ideal). Estas informações devem ser registradas e, se possível, impressas e fixadas em local visível por todo o time.

Definir os objetivos: desenvolver o plano de marketing deve visar a um objetivo, por exemplo tornar a marca mais conhecida no segmento, aumentar as vendas em 30%, aumentar a percepção de valor junto ao público a fim de aumentar em 10% o preço de venda dos produtos ou outro. Descreva seu objetivo e acompanhe de perto os passos para alcançá-lo.

Estratégias e táticas de comunicação: todas as empresas precisam vender mais e para isso necessitam de novos leads (contatos capazes de se transformar em clientes). São inúmeras as formas de atrair novos contatos. Uma delas é a divulgação nas redes sociais (Facebook, Google, Instagram, Linkedin etc.), mas nem sempre a melhor opção. Ações tradicionais ou outras mais inovadoras podem trazer resultados extraordinários:

  • faça networwing em novos círculos de pessoas, como participação em eventos;
  • faça acordos com parceiros de negócios capazes de abrir as portas para novos clientes. Você pode ajudar a divulgar produtos que não concorram com o seu e o parceiro fará o mesmo com os seus produtos;
  • recompense os clientes que indicarem novos leads. Quanto vale um novo cliente para a sua empresa? A resposta facilita na definição da recompensa que pode ser simples, mas atrativa;
  • escreva e publique artigos que interessem aos seus clientes nos canais que eles procuram. Estes artigos devem ser informativos e não ferramenta de autopromoção;
  • participar ativamente em fóruns de usuários é uma excelente estratégia para conquistar prestígio. Quando isto ocorrer, encontre uma forma sutil de informar o seu contato;
  • E-mail marketing;
  • programas de fidelidade. É o incentivo aos clientes para repetir compras.

Orçamento de marketing: conquistar e manter clientes são os focos do plano que deve ter investimento adequado ao orçamento da empresa. Planos muito tímidos ou mirabolantes podem inviabilizar a execução, então encontre o equilíbrio. A empresa que está iniciando as atividades deve começar com uma parcela a título de investimento, mas posteriormente adotar um percentual do faturamento bruto para este projeto. Diminuir o orçamento de marketing quando as vendas caem é um erro comum.

A falta de planejamento é característica comum a todos planos de marketing que não atingem seus objetivos.

Finalmente, destaco a importância de registrar todas as ações, boas ou ruins, para ter o histórico e tornar mais fácil e rápida a identificação de algo que não está indo bem e precisa de correções. Adote um livro ata e escreva a data, descrição da ação, valor investido e um breve comentário do resultado apurado. 

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

José Medeiros denuncia aumento da burocracia que faz empresas de Mato Grosso se mudarem para o Paraguai

O senador José Medeiros (Pode-MT), destacou que o Brasil precisa dar um choque na estrutura administrativa. Ele criticou o que chamou de “cipoal” na tributação, devido à grande burocracia, e disse que isso está provocando a mudança das empresas do seu Estado para o Paraguai,

O parlamentar lamentou a perda de importância do Parlamento brasileiro, já que órgãos de nível inferior estão ocupando o seu lugar e legislando através de portarias, o que contribui para o aumento da burocracia.

— Eu espero que o próximo Parlamento, o próximo presidente, faça valer a autoridade do Senado Federal brasileiro. E que o próximo presidente da Câmara também faça valer. Porque quem se comporta como verme não pode reclamar quando é pisado — reclamou.

Fonte: Agência Senado – 10.10.2018

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