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Redes de negócios – por que apostar nas alianças estratégicas?

por Fernando Pigatti  – via e-mail 17.10.2018

As redes de empresas colaborativas trazem vários benefícios, como maior poder de negociação, aumento da produtividade, redução de custos e reputação

Driblar a competitividade empresarial não é tarefa fácil, principalmente diante de cenários cada vez mais globalizados. De um lado, grandes companhias reinam em absoluto com força de capital, mão-de-obra, marketing, network e muito mais. Do outro, micro, pequenas e médias empresas sobrevivem com esforços concentrados na disputa por nichos de mercado bem definidos.

É, sim, uma concorrência pesada. Mas isso pode ser amenizado com uma estratégia que retrata bem os novos tempos: as redes de negócios baseadas na união de conhecimentos, localidades específicas e recursos.

O conceito

Imagine fazer parte de uma cadeia de empresas que têm em comum determinado segmento de mercado e, com isso, ser capaz de oferecer serviços melhores para mais clientes, com maior capacidade de produção e visibilidade sem aumento nos custos.

Esse é o conceito das redes de empresas, que formam alianças entre si para ganhar força e atender, por exemplo, multinacionais ou marcas presentes em diferentes cidades do país. Ou ainda fornecer soluções para diversas necessidades de seus clientes, cumprir demandas de grandes consumidores, entre outras oportunidades tão desejadas, mas muitas vezes limitantes.

É claro que não é vantajoso se associar a qualquer um apenas para ter benefícios. Mesmo que cada empresa seja independente, as parcerias formais ou informais devem ter objetivos e valores em comum. De acordo com o Sebrae, esse tipo de colaboração requer confiança entre as partes, além de princípios básicos fundamentais a serem seguidos, como cooperação, integração, compartilhamento e ajuda mútua, uma vez que a meta é crescer em conjunto.

Benefícios das redes de negócios

A globalização tem colocado em voga um comportamento antagônico dos consumidores, que é o de valorizar a personalização. E, como dito no início desse texto, é exatamente esse o principal valor agregado que os pequenos negócios podem e devem oferecer.

No entanto, muitas vezes vemos o diferencial dos serviços serem deixados de lado pelos clientes, que optam pelo menor preço, maior oferta, entre outras facilidades que as grandes marcas apresentam. E é por isso que vale a pena considerar as alianças como uma estratégia de sobrevivência e crescimento da sua empresa.

Unir esforços possibilita cenários impraticáveis para pequenos negócios que trabalham de forma isolada, como acesso a capital, novas tecnologias, conhecimento, reputação e muito mais.

Veja 5 benefícios dos empreendimentos colaborativos:

  1. Poder de negociação

Segundo pesquisa do Sebrae, entre as maiores vantagens de fazer parte de um grupo de empresas está o poder de negociação com fornecedores. Isso porque quanto maiores e mais frequentes os pedidos, melhores são os preços.

  1. Diminuir custos

Com o poder de negociação vem a redução de custos, mas não só pela barganha. Uma vez que o compartilhamento de serviços faz parte das bases das redes, é possível dividir gastos com logística, marketing, novas tecnologias, entre outros.

  1. Aumentar a produtividade

Da mesma forma, a cooperação entre as diversas empresas associadas possibilita que pequenas companhias atendam grandes demandas de produtos e serviços, por exemplo.

  1. Acesso a conhecimento

Além dos benefícios financeiros, a maior moeda de troca entre as associadas é o conhecimento.

Unidos pelo mesmo objetivo, mas com expertises variadas, os profissionais que fazem parte de redes assim têm a possibilidade de compartilhar e absorver know-how, experiências, tecnologias e competências que vão auxiliar a todos, inclusive suas próprias empresas.

  1. Reputação positiva

E, por fim – mas não menos importante –, a aposta nesse tipo de estratégia possibilita que as envolvidas sejam reconhecidas nos seus mercados de atuação, seja pelo crescimento, pelos clientes que atendem ou até mesmo pelos investimentos em marketing conjunto.

Desafios

Mas, obviamente, nem tudo são flores. Existem, sim, questões a serem avaliadas antes de entrar de vez no mundo das redes de negócios.

Da mesma forma que a confiança é o princípio de tudo, é também um risco nos casos de divisão errada de resultados, por exemplo. Nesse quesito, entra em cena a gestão das empresas participantes, que deve ser transparente e bem planejada, de modo que estimule o crescimento, o investimento em inovação, marketing e, principalmente, a cooperação entre as companhias. Sem isso, esse modelo não tem sentido algum.

Estruturação

Agora, vamos supor que você está convencido, mas precisa saber por onde começar. De acordo com o Sebrae, as alianças entre empresas podem acontecer de três formas distintas:

  1. Núcleo

Uma grande companhia central cria uma rede de fornecedores de micro, pequenas e médias empresas. Apesar da cooperação e troca entre os selecionados não serem as metas principais, o modelo ainda traz benefícios como treinamento de funcionários, investimentos em tecnologia e reconhecimento.

  1. Rede Horizontal

Com outra proposta, aqui não existe um centralizador, pois a Rede Horizontal é formada por empresas em igual nível de poder que buscam os mesmos objetivos e atuam entre si de forma independente, mas como parceiras para complementar serviços.

  1. Núcleo-Anel

Nesse caso, também existe uma empresa central, mas ela é beneficiada pela rede de negócios, assim como pode investir no desenvolvimento do grupo todo. Isso porque as companhias ao redor dela se unem para conseguir melhores condições de negociação, acesso a capital, investimentos e outras necessidades possibilitadas pela aliança.

De qualquer forma, não importa qual é o modelo ideal para o seu objetivo. Apostar na colaboração entre empresas e profissionais é ir de encontro à nova realidade do mercado mundial, onde é cada vez mais difícil sobreviver sozinho. Portanto, pensar em parcerias é uma estratégia bem interessante para o desenvolvimento e crescimento da sua empresa.

Fernando Pigatti 

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Planejamento financeiro empresarial: 8 dicas para não errar!

por Fernando Pigatti  – via e-mail 17.10.2018

Um bom planejamento financeiro empresarial é essencial para projetar e administrar bem um negócio. É por meio dele que conseguimos visualizar:

  • Custos;
  • Receitas;
  • Despesas;
  • Margens de Lucro;
  • E metas (é muito importante que sejam bem estabelecidos os objetivos a serem alcançados ao longo do ano).

Portanto, organizar os rendimentos só traz benefícios, que vão desde sustentar a empresa à viabilização do reinvestimento em setores que se fazem necessários. Além disso, essa projeção também abre portas para a expansão e evita o encerramento precoce da companhia – causado principalmente porque muitos empreendedores não priorizam a gestão financeira.

Para que isso não aconteça com você, eu elaborei algumas dicas para se ter em mente na hora de montar ou reestruturar o seu negócio:

  1. Elabore metas

Como dito antes, traçar objetivos é fundamental. É a partir deles e da análise de vários cenários possíveis que você vai desenvolver planos de ação precisos para o futuro da sua empresa, como aumentar 20% as vendas em um ano, diminuir os custos de produção em 10% ou melhorar a imagem da marca.

É empolgante, não? Mas para isso acontecer, é preciso investir. Então, com essas metas bem definidas no papel, o planejamento financeiro empresarial se faz imprescindível para que você alcance o que idealizou, evitando erros no caminho e assegurando que o dinheiro vai estar lá quando chegar a hora de usá-lo.

E mais um adendo: nos casos de dívidas, a organização é ainda mais necessária. Verifique quais despesas são possíveis de pagar, defina as prioridades e busque soluções para quitar as contas pendentes.

  1. Abuse das planilhas

O Sebrae disponibiliza gratuitamente uma série de planilhas em Excel para que você inicie o controle da sua empresa.

Com elas, você será capaz de desenhar todas as despesas, ganhos e demais custos do seu dia a dia. Assim, estará sempre de olho na situação da companhia e saberá o momento certo de investir ou recuar.

  1. Se agarre ao planejado

Uma vez delineado o seu plano financeiro, mantenha-se nele. Trabalhe conforme o elaborado, tendo em mente sempre as metas que você almeja para o seu negócio. Assim, sempre que precisar usar o dinheiro da empresa, você vai avaliar melhor a situação e investir apenas no que é realmente necessário em prol dos objetivos traçados.

Se você analisar que a compra é importante, não deixe de levantar diversos orçamentos com vários fornecedores e comparar os preços e os custos-benefícios. Fique de olho em gastos com produtos ou serviços irrelevantes para a sua necessidade.

Outro fator muito importante é evitar desperdícios, tanto em materiais desnecessários quanto em despesas fixas da empresa, como energia, água e outras contas básicas.

  1. Analise os resultados

Você já sabe que precisa fazer relatórios regulares sobre as finanças da empresa, mas também é essencial que esses dados sejam analisados para entender, de fato, se os resultados estão ou não dentro do planejamento financeiro.

Manter essa rotina de avaliação possibilita diagnosticar problemas, erros e, principalmente, a saúde do seu empreendimento.

  1. Trabalhe com fundo de reserva

Toda empresa precisa trabalhar com uma reserva financeira pré-estabelecida, para que se mantenha funcionando caso exista uma oscilação de mercado ou se as metas de faturamento não forem atingidas em um determinado período.

É claro que cada companhia e ramo tem sua particularidade, mas sempre pense em ter como fundo um valor que pague, pelo menos, o custo total do próximo mês.

  1. Não misture as finanças

O planejamento financeiro pessoal, principalmente para quem é empresário, também se faz muito necessário. Isso porque não misturar as finanças da empresa com as próprias contas é uma das premissas mais básicas para que o negócio prospere.

Portanto, é muito importante que seja determinada a remuneração dos sócios – o chamado pró-labore. Dessa forma, as retiradas sem controle do caixa da empresa são evitadas, além de que, somente assim, é possível entender a lucratividade e possibilidades de cada um.

  1. Se necessário, terceirize

Existem muitos softwares de gestão financeira no mercado que podem ajudar nesse planejamento. Uma boa opção também é a contratação de especialistas ou empresas de consultoria que auxiliam nessa organização.

A terceirização desse serviço também é uma ótima opção, pois além de aliviar alguns departamentos da sua empresa ao transferir procedimentos burocráticos para profissionais especializados, também permite que a sua equipe foque no objetivo original do negócio.

O interessante, nesses casos, é que a escolha do prestador desses serviços seja feita com base no quanto isso vai te ajudar a gerir a sua empresa. Não basta contratar manuseadores de papéis. É preciso ter ao lado parceiros capazes de te instruir e auxiliar nas tomadas de decisões para a saúde do seu empreendimento.

  1. Mantenha-se atualizado(a)

Saber os termos técnicos e os significados de cada operação financeira é fundamental para entender as diferenças entre cada um e elaborar um planejamento financeiro empresarial. Veja alguns deles:

  • Faturamento: total bruto arrecadado em determinado período;
  • Lucro: diferença do faturamento menos os gastos;
  • Gastos: despesas totais e custos;
  • Investimentos: valores utilizados para melhorar ou expandir a empresa;
  • Capital de Giro: recursos financeiros para o negócio continuar em operação;
  • Ponto de Equilíbrio: ponto onde a companhia consegue pagar as próprias contas, mas ainda não oferece lucro;
  • Fluxo de Caixa: diferente do Capital de Giro, essa ferramenta é determinada pela avaliação de tudo o que entrou e saiu das finanças da empresa em um determinado período, podendo ser positivo ou negativo.

Mas não se apegue só a isso. Um bom empreendedor está sempre atento a o que acontece no mundo e às transformações econômicas, políticas e sociais. Leia e se informe sobre tudo!

Fernando Pigatti 

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Como criar um plano de marketing para a sua empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 15.10.2018

Qualquer ação não planejada pode ter consequências desastrosas. Em relação ao marketing não é diferente. Planejamento de marketing significa pensar antes de agir.

O plano de marketing é o conjunto de ações que se utiliza de ferramentas de gestão para promover uma marca, produto ou serviço visando a determinado objetivo. É a vitrine da sua empresa e deve estar sintonizado com a visão, missão, valores e objetivos da mesma.

Não existe uma receita pronta que se enquadra em qualquer negócio para a divulgação de marca, produto ou serviço, mas alguns passos são fundamentais e permitem às pequenas empresas fazer seus projetos: contextualização, definição do público-alvo, fixação dos objetivos, estabelecer estratégias e táticas de comunicação e aprovar o orçamento de marketing. Abordaremos cada um desses tópicos de forma prática para facilitar o entendimento.

Contextualização: é preciso compreender o nicho de mercado para tornar o produto competitivo. Entenda como o concorrente age e crie ações que se destacam dele. Identifique os pontos fortes e fracos referentes a características da sua empresa e as oportunidades e ameaças em relação aos fatores externos. Muitas e valiosas informações devem ser obtidas com pesquisas juntos aos clientes ativos e inativos. Procure identificar o que distingue o seu produto dos concorrentes e que tipo de comprador é mais provável que opte pela sua marca, produto ou serviço.

Público-alvo: descreva o perfil de cliente desejado para o seu negócio, tais como a região em que reside, idade, sexo, arranjo familiar, renda, estilo de vida, conservador ou inovador, líder ou seguidor, tímido ou agressivo, frequência de compra etc., ou seja, crie personas (perfil do cliente ideal). Estas informações devem ser registradas e, se possível, impressas e fixadas em local visível por todo o time.

Definir os objetivos: desenvolver o plano de marketing deve visar a um objetivo, por exemplo tornar a marca mais conhecida no segmento, aumentar as vendas em 30%, aumentar a percepção de valor junto ao público a fim de aumentar em 10% o preço de venda dos produtos ou outro. Descreva seu objetivo e acompanhe de perto os passos para alcançá-lo.

Estratégias e táticas de comunicação: todas as empresas precisam vender mais e para isso necessitam de novos leads (contatos capazes de se transformar em clientes). São inúmeras as formas de atrair novos contatos. Uma delas é a divulgação nas redes sociais (Facebook, Google, Instagram, Linkedin etc.), mas nem sempre a melhor opção. Ações tradicionais ou outras mais inovadoras podem trazer resultados extraordinários:

  • faça networwing em novos círculos de pessoas, como participação em eventos;
  • faça acordos com parceiros de negócios capazes de abrir as portas para novos clientes. Você pode ajudar a divulgar produtos que não concorram com o seu e o parceiro fará o mesmo com os seus produtos;
  • recompense os clientes que indicarem novos leads. Quanto vale um novo cliente para a sua empresa? A resposta facilita na definição da recompensa que pode ser simples, mas atrativa;
  • escreva e publique artigos que interessem aos seus clientes nos canais que eles procuram. Estes artigos devem ser informativos e não ferramenta de autopromoção;
  • participar ativamente em fóruns de usuários é uma excelente estratégia para conquistar prestígio. Quando isto ocorrer, encontre uma forma sutil de informar o seu contato;
  • E-mail marketing;
  • programas de fidelidade. É o incentivo aos clientes para repetir compras.

Orçamento de marketing: conquistar e manter clientes são os focos do plano que deve ter investimento adequado ao orçamento da empresa. Planos muito tímidos ou mirabolantes podem inviabilizar a execução, então encontre o equilíbrio. A empresa que está iniciando as atividades deve começar com uma parcela a título de investimento, mas posteriormente adotar um percentual do faturamento bruto para este projeto. Diminuir o orçamento de marketing quando as vendas caem é um erro comum.

A falta de planejamento é característica comum a todos planos de marketing que não atingem seus objetivos.

Finalmente, destaco a importância de registrar todas as ações, boas ou ruins, para ter o histórico e tornar mais fácil e rápida a identificação de algo que não está indo bem e precisa de correções. Adote um livro ata e escreva a data, descrição da ação, valor investido e um breve comentário do resultado apurado. 

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

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José Medeiros denuncia aumento da burocracia que faz empresas de Mato Grosso se mudarem para o Paraguai

O senador José Medeiros (Pode-MT), destacou que o Brasil precisa dar um choque na estrutura administrativa. Ele criticou o que chamou de “cipoal” na tributação, devido à grande burocracia, e disse que isso está provocando a mudança das empresas do seu Estado para o Paraguai,

O parlamentar lamentou a perda de importância do Parlamento brasileiro, já que órgãos de nível inferior estão ocupando o seu lugar e legislando através de portarias, o que contribui para o aumento da burocracia.

— Eu espero que o próximo Parlamento, o próximo presidente, faça valer a autoridade do Senado Federal brasileiro. E que o próximo presidente da Câmara também faça valer. Porque quem se comporta como verme não pode reclamar quando é pisado — reclamou.

Fonte: Agência Senado – 10.10.2018

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Condomínios Devem Possuir Contabilidade?

Por Júlio César Zanluca – autor da obra Contabilidade para Condomínios

A propriedade de um determinado bem deve ser exercida de forma compartilhada entre diversas pessoas, sendo este compartilhamento denominado “condomínio”.

No direito brasileiro, temos como principal forma de compartilhamento da propriedade privada o condomínio edilício, onde em uma edificação há partes que são de propriedade exclusiva, e partes que são de propriedade comum dos condôminos.

Com o lançamento de milhares de novas construções condominiais, nos últimos anos, ganhou destaque no cenário jurídico, trabalhista, tributário e contábil a existência destas propriedades compartilhadas, a qual discorro, brevemente, neste artigo.

CONDOMÍNIO EDILÍCIO

A expressão “condomínio edilício” é utilizada no Código Civil Brasileiro para referir-se a condomínios verticais (prédios, os chamados “condomínios de edifícios”), quanto para condomínios horizontais (também conhecidos como “condomínios residenciais”).

O condomínio edilício (artigos 1.331 a 1.358 do Código Civil) se diferencia do condomínio comum (artigos 1.314 a 1.330 do Código Civil), pois naqueles há partes comuns e partes exclusivas, ao passo que no condomínio comum existem multiproprietários onde todos detêm a propriedade em comum, sem individualizações.

CONTABILIDADE

Apesar de não serem considerados pessoas jurídicas (para fins tributários), os condomínios, na prática, assumem inúmeras obrigações e precisam registrar seus fatos administrativos, especialmente para prestação de contas.

As normas brasileiras de contabilidade não preveem, especificamente, regras para a contabilidade dos condomínios. Entende este autor que as regras contábeis a serem seguidas são as normas habitualmente utilizado para outras entidades, como empresas.

Deve um condomínio ter contabilidade? Sim. Isto porque, no âmbito de prestação de contas do síndico, todos os fatos administrativos precisam ser registrados, documentados e apresentados à assembleia geral ordinária que aprovará (ou não) referida demonstração.

Ora, como uma prestação de contas, envolvendo centenas (as vezes milhares) de transações pode ser aprovado, se não convenientemente apresentado, num formato padronizado e metodológico, como a contabilidade?

Simples “relação de despesas”, “receitas x despesas”, “fluxo de caixa”, “livro de caixa” “planilha de contas” ou outros demonstrativos, apesar de serem pertinentes para apresentação a uma assembleia, por si só não compreendem uma metodologia adequada para análise mais criteriosa do resultado econômico e patrimonial (balanço) da gestão.

Não se trata de ser “obrigatório ou não”, a contabilidade é um instrumento de gestão, portanto, condomínios que prezam seu patrimônio a apresentarão não como uma obrigação, mas como uma ferramenta de administração, gestão e controle!

Tudo o que você precisa saber sobre a contabilidade e escrituração contábil de um condomínio! Contém: modelo de plano de contas e convenção de condomínio. Garanta este material atualizado por 12 meses! Contabilidade para Condomínios Mais informações

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Como a gestão do estoque poderá contribuir para maximizar o lucro?

Por Gilmar Duarte – via e-mail 24.09.2018

A falta de informações claras e rápidas impede a tomada de decisões assertivas, consequentemente o empresário deixa de aproveitar boas oportunidades. Saiba por que administrar o estoque é prioridade.

Vender mercadorias – roupas, no exemplo que citaremos -, envolve muitos custos – compra, administração, venda, impostos, comissões etc. – e gestão cautelosa para proceder ao fechamento do processo com lucro. Todos os custos envolvidos carecem de expertise, mas se for solicitado colocar na ordem decrescente de importância sugiro priorizar aqueles que representam o maior percentual em relação ao preço de venda.

Para descobrir qual é o maior custo proporcional às vendas analisemos os principais, de forma bastante resumida, itens da empresa.

Considere a empresa optante pelo regime tributário do Simples Nacional com faturamento mensal de R$ 100 mil: a comissão, adicionado o Descanso Semanal Remunerado (DSR) e os encargos sociais (Previdência Social, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, 13º Salário, Férias etc.) é de 5% a 10%; o imposto sobre a venda, em torno de 10%; as despesas fixas (salários fixos, aluguel, condomínio, pró-labore, energia elétrica, honorários de terceiros, telefone etc.) entre 15% e 20%; e por fim, o custo das mercadorias vendidas, considerando que as lojas varejistas praticam, na média, o mark-up 2 (se pagou R$ 75,00 vende por R$ 150,00): podemos afirmar que o custo representa 50% do preço de venda.

Portanto a ordem decrescente é: preço de compra (50%), despesas fixas (15% a 20%), impostos (10%) e por fim as comissões (5% a 10%).

Não é verdade que as pessoas protegem mais as joias de alto preço em detrimento das bijuterias? Repito que todos os custos devem ser bem administrados, prioritariamente os de maior relevância. No exemplo citado ficou claro que o custo de aquisição da mercadoria é disparadamente o maior, então são neles que sugiro começar.

Alguns – talvez principais – problemas que podem acontecer pela má gestão dos estoques de mercadorias:

  • A falta da mercadoria gera prejuízo pela perda da venda e se for constante poderá levar à perda do cliente;
  • O excesso de estoque exige maior capital de giro, consequentemente aumento do custo com juros e espaço para o armazenamento. O prejuízo também acontecerá na liquidação daquilo que ficou encalhado.
  • A estocagem mal feita dificultará a localização rápida dos produtos, podendo perder a venda, bem como facilita a fraude.
  • O controle ineficiente poderá levar a compras desnecessárias.

O lojista preocupado com a administração do seu maior custo, que é o estoque de mercadorias, e espera reduzi-lo, pode começar com as seguintes ações:

  • Adote um software ERP (sigla em Inglês que significa Enterprise Resource Planning, que é o planejamento dos recursos da empresa) para ajudar na administração do estoque. Priorize aquele que dê respostas rápidas e precisas ao gestor e vendedores.
  • Classifique os produtos de forma a facilitar a análise, tais como: gênero (masculino, feminino, infantil juvenil etc.), tipos (camisetas, calças, vestidos), tamanhos e cores.
  • A manutenção deve ser feita em tempo real, ou seja, nada de deixar para fazer depois.
  • Analise periodicamente os relatórios para identificar o giro dos produtos, valorize os grupos com maior rotatividade e aqueles que têm maior rentabilidade.
  • Adote a disciplina de fazer a contagem dos estoques para atestar a existência das quantidades de mercadorias informadas pelo software.
  • Saiba queimar os estoques de produtos ociosos para recuperar o investimento, mesmo que parcial, e abrir espaço para armazenar produtos mais assertivos.
  • Evite investimentos desnecessários no estoque, ou seja, adeque o menor estoque possível para atender aos clientes, sem perder vendas. Encontre o tempo ideal para disparar o gatilho da compra. Fique atento à sazonalidade (estações) da demanda.

Com estas pequenas, mas importantes ações, a empresa conseguirá aumentar as vendas e melhorar a lucratividade, objetivo de qualquer empresário, mas que nem todos conseguem fazer por falta de informações para a tomada das decisões.

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Educação financeira para garantir a rentabilidade

por Gilmar Duarte – via e-mail 17.09.2018

            A educação financeira tem por finalidade ajudar as pessoas a administrar os rendimentos, ou seja, os gastos devem ser compatíveis com as entradas de recursos financeiros. Quanto antes tiver início, este aprendizado facilita a compreensão e definição dos padrões a ser praticados.

Os pais podem treinar seus filhos a administrar o dinheiro do lanche e outras coisinhas com a mesada semanal. Ajudá-los a planejar o período e ao final prestar contas para atestar se aconteceu da forma prevista é fundamental, pois este ensinamento contribuirá para toda a vida da criança que logo se transformará num adulto e, quem sabe, num empresário.

            Muitos empresários detestam trabalhar com números, mexer com papéis, planilhas, conferir o saldo bancário, fazer e analisar o fluxo de caixa, atividades que parecem chatas e podem revelar antecipadamente problemas que acabarão com o resto da semana.

Alguns dizem que preferem viver na ignorância a sofrer por antecedência. Pode parecer desanimador o que direi, mas o objetivo da administração financeira é antever eventuais dificuldades, não para sofrer, mas para mudar o rumo enquanto é tempo.

Imagine que você é o capitão de uma tropa do exército que está marchando em determinada direção. Você prefere caminhar sem preocupação e improvisar a solução quando o  problema surgir, correndo sérios riscos de não encontrá-la, ou seria melhor planejar a rota, ter bastante atenção e colocar um soldado experiente para caminhar à frente a fim de identificar a presença do inimigo? Dependendo do momento de descoberta do problema pode ser muito tarde para reagir, então será o fim.

            A definição de educação financeira apresentada no site do Banco Central do Brasil ajusta-se às pessoas e às empresas: “é o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e produtos financeiros”. Uma empresa que comercializa insumos agrícolas, por exemplo, e que busca constantes aprimoramentos para oferecer aos clientes mais por menos está no caminho certo, mas se não investir na Educação Financeira, no conhecimentos das regras que regem o mercado financeiro, poderá não conseguir atingir o primeiro objetivo. Portanto, o conhecimento financeiro é essencial para todas as pessoas jurídicas e físicas.

            Acredito que o conceito e a necessidade da educação financeira tenham ficado bastante claros e agora você deve se perguntar: por onde devo começar? Melhor ainda se você até então não empreendeu, pois terá tempo para aprender e errar menos. Mas ser você já é empresário há o ponto positivo de que o aprendizado teórico soma-se à prática, acelerando o entendimento. Esses conhecimentos teóricos podem ser conseguidos nas universidades, mas também em cursos de duração mais curta, como os oferecidos pelo Sebrae, bem como pela leitura de livros.

            É imprescindível separar as finanças (dinheiro) das pessoas jurídica (PJ) e física (PF). Este que parece ser apenas um detalhe é muito mais, pois com a confusão das finanças e a desorganização dos controles internos (administrativos e financeiros) fica impossível compreender o que está acontecendo.

O empresário que não sabe quanto está gastando e quando possui mais dinheiro do que a empresa também desconhecerá o quanto investiu nela. Uma regra básica é definir o pró-labore (salário justo para colocar um profissional para lhe substituir), montante que deve ser transferido em uma ou duas parcelas para a conta dele.

            Outro ponto importante é a definição do sistema (software) para a gestão do seu negócio. Muitas vezes a busca é pelo que tem menor preço, mas o barato pode sair caro. Invista tempo para conhecer diversos softwares. Se você se sente incapaz de tomar a decisão sozinho peça a ajuda de um consultor, contador ou outra pessoa com experiência. O sistema deverá ser passível de controlar amplamente o negócio, mas destaco os pontos principais e básicos:

            . Módulo integrado de faturamento e contas a receber ;

            . Relatórios de vendas, contas a receber e a pagar;

            . Gestão do estoque;

            . Cadastro de clientes e fornecedores;

            . Controle da movimentação bancária que permita a conciliação;

            . Fluxo de caixa (resumo da evolução financeiras – pagar e receber)

            . Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

            . Cópia de segurança (back-up)

            É comum observar o empresário com a mão na massa, isto é, atuando diretamente na produção ou vendas, mas isto é um equívoco. O empresário deve dedicar-se à gestão do negócio, analisar números para atestar se o desempenho está de acordo com o planejamento. Sem a análise das finanças é impossível saber se a empresa está apurando lucro. Interferir para ajustar o que não caminha bem deve ser a principal atividade do empresário.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Tributos e Eleições

por Júlio César Zanluca – contabilista e autor das obras Planejamento Tributário e 100 Ideias Práticas de Economia Tributária

Um debate pouco enfatizado, nestas eleições presidenciais, é a questão tributária no Brasil.

Sabe-se que a tributação sufoca a iniciativa privada e desanima empreendedores. Com o Estado engolindo a Nação, via tributos, quem terá a coragem de gerar empregos e renda investindo recursos?

Poucos candidatos estão enfatizando o óbvio: tributos e burocracia geram desemprego e inviabilizam novos negócios!

Fato é: com esta “política”, estamos exportando empregos para o Chile e para a China!

O país dos tributos é o Brasil. A carga tributária sobre os trabalhadores e as empresas ultrapassou qualquer limite civilizado – levando milhões de empresas e pessoas físicas a ficarem devedoras ao fisco.

O pior é que este cenário está associado à má gestão dos recursos públicos e à complexidade absurda das legislações, normas, portarias, instruções e outras bizarrices normativas.

Nós, brasileiros, suportamos uma carga prá lá de pesada, para bancar um Estado ineficiente, guloso, corrupto e sorvedouro da produtividade nacional.

Fato é que o ônus tributário é um dos principais componente na formação do preço de venda de qualquer produto ou serviço. Estima-se que 40% do preço de um produto industrializado esteja comprometido com pagamentos compulsórios aos governos.

Estamos convivendo com super-tributação e burocracia enormes para empreender. Tudo isso obriga empresas e pessoas a repensarem estratégias e reduzirem custos, muitas vezes (senão todas) à custa de investimentos produtivos. Daí a explicação geral: “quanto mais tributos, menos crescimento econômico”. Está provado isto, na prática – infelizmente em nossa própria pátria.

Ainda que difícil, torna-se necessário que os administradores tornem para si a delicada tarefa de se debruçar sobre cada item dos custos tributários e repensar nas hipóteses legais para redução de seus pagamentos, tais como:

– análise a “pente-fino” dos créditos do PIS e COFINS;

– alteração da opção do Lucro Presumido para Lucro Real, visando aproveitar incentivos fiscais (como PAT, inovação tecnológica e depreciação incentivada);

– expansão de negócios focalizada na franquia empresarial, e não mais em filiais;

– adoção do regime de tributação pelo recebimento (regime de caixa), para optantes pelo Lucro Presumido e Simples Nacional;

– investimentos lucrativos transferidos para SCP – Sociedades em Conta de Participação; etc.

Concordo que tudo isto dá trabalho e gera uma necessidade de compreensão, coordenação, análise, acompanhamento e monitoramento constante, mas se a época é de “vacas magras”, para que deixar o dinheiro voando por aí, caindo na “cesta sem fundo” dos governos?

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Indústrias de SP reclamam dos bancos tradicionais, mas a maioria desconhece as fintechs

As fintechs, empresas que empregam intensamente a tecnologia para oferecer serviços financeiros alternativos aos bancos convencionais, ainda são pouco conhecidas em São Paulo.

De acordo com a pesquisa “Fintechs: alternativas aos bancos tradicionais – Pesquisa Rumos da Indústria”, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a participação de 400 indústrias no estado, 54,8% das empresas nunca tinham ouvido falar do assunto.

“Mas há espaço para crescimento, já que a principal motivação das empresas que nunca buscaram crédito ou utilizaram outros serviços financeiros fora do sistema bancário tradicional é a falta de conhecimento, caso de 42,4% dos entrevistados”, explicou Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria e do Acelera Fiesp.

Entre os motivos para acreditar na expansão dessas instituições no Brasil está o fato de que 78% das fintechs nacionais têm serviços financeiros para oferecer às empresas. Já a principal área apontada pelas empresas da pesquisa da Fiesp como atendimento deficiente pelos bancos tradicionais é a de crédito para capital de giro (56,1%).

Cerca de 28,5% das empresas já buscaram crédito em instituições financeiras outras que não os bancos tradicionais.

A motivação para fugir dos gigantes do mercado financeiro é a facilidade na contratação para 53% dos empreendedores, seguida pela agilidade no retorno da operação (50,4%) e pelas melhores taxas/tarifas (48,7%).

O estudo mostra que 20,5% das empresas já usaram serviços financeiros fora do sistema tradicional. Dessas, 61,1% avaliam a experiência como boa ou excelente. Nessa linha, as melhores tarifas (51,5%) e a facilidade na contratação (41,7%) também motivariam quem nunca procurou uma fintech a dar uma chance a essas instituições.

Fonte: site Convergência Digital – 05.09.2018

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Como fazer a gestão da folha de pagamento de forma eficiente?

A gestão de folha de pagamento e sua correta apuração é importante, principalmente, para evitar a geração de passivos trabalhistas e previdenciários ocultos, bem como o surgimento de reclamatórias trabalhistas, evitando adversidades para os sócios e para a empresa.

Podemos dizer que a folha de pagamento se trata de uma relação que demonstra a remuneração e, de certa maneira, o histórico de todos os funcionários dentro da empresa ao trazer em detalhes todos os eventos trabalhistas do período. Nela constam as informações trabalhistas para mensurar a cada ciclo de pagamento os valores bruto e líquido, por exemplo.

Com o desenvolvimento do negócio e, consequentemente, o aumento do quadro de colaboradores, fazer seu gerenciamento se torna uma tarefa mais complexa, sendo necessária a adoção de medidas estratégicas para auxiliar no processo.

Pensando nisso, vamos mostrar algumas dicas para o auxiliar nesse controle. Acompanhe!

Monitore as horas trabalhadas

O monitoramento das horas laboradas por cada trabalhador é primordial para que a folha de pagamento retrate a realidade. Por isso, o registro dessas horas deve ser realizado diariamente. Assim, é possível controlar os horários de entrada, saída, pausas para almoço, horas extras, entre outros, tornando o procedimento mais simples e ágil.

Todo estabelecimento que tenha mais de 10 profissionais em seu quadro de colaboradores deve fazer o registro de ponto, excetuando gerentes e equiparados, como diretores e supervisores de departamento. Também não é necessário nos casos em que empregados executam atividades externas incompatíveis com os horários de trabalho fixo.

O registro poderá ser feito manualmente ou por meio de recursos eletrônicos, sendo esse controle um dos únicos meios de prova aceitos para comprovar a jornada trabalhada e as horas extras para fins de pagamentos.

A marcação do ponto no “horário britânico” (quando o colaborador realiza seus registros sem nenhuma variação, o que é praticamente impossível de ocorrer), torna a marcação inválida. Diante disso, caso necessário, a jornada deverá ser comprovada por outros meios, por exemplo, testemunhal.

O ideal é que todas as empresas com funcionários realizem a marcação de ponto, independentemente da forma, desde que em conformidade com a legislação.

Realize a previsão de alguns custos

Ao prever os custos, você tem mais controle sobre as despesas e, assim, pode planejar a quitação delas. Por exemplo, os décimos terceiros salários férias devem ser considerados e programados desde o início do ano, para evitar complicações na gestão financeira no fim de ano.

Quando os gastos são previstos, é possível provisionar a quantia para pagamento dessas despesas, evitando possíveis demandas de empréstimos para quitá-las.

Defina um prazo para entrega dos holerites

Esse documento exibe os valores relativos às remunerações que o colaborador terá direito naquele mês, englobando salário, gratificações, benefícios etc. A entrega desses demonstrativos deve ser realizada mensalmente por ser uma obrigação legal imposta às empresas.

Definir um prazo para entrega e a data para pagamento é importante, tendo em vista que há prazos legais para serem cumpridos, além de simplificar a organização e assegurar a confiança dos funcionários nas políticas adotadas pela empresa, independentemente do seu porte.

O envio pode ser realizado em diversos formatos, como: e-mail, plataformas online, impresso etc.

Estipule cargos e salários

A estipulação de cargos e salários é o que demonstra a posição de cada profissional no quadro de funcionários, além das suas respectivas funções.

Por meio dessa estruturação, fica mais fácil avaliar quantos colaboradores exercem cada cargo, simplificando o controle de gastos com pagamentos de remunerações e benefícios, bem como facilitando a verificação das áreas que necessitam de mais investimentos em pessoal, por exemplo.

Faça uso da tecnologia

A geração e integração do arquivo CNAB (Centro Nacional de Automação Bancária), pode ser muito útil na gestão da folha de pagamento.

É uma ferramenta online de troca informações (remessa e retorno) entre empresas e bancos. Popularmente se convencionou chamar os arquivos gerados desta forma de CNAB.

A geração do arquivo seguindo os padrões estabelecidos pelo CNAB a partir do sistema de folha de pagamento utilizado pela Artdata, por exemplo, após cada apuração, permite as empresas realizarem a importação do arquivo para o sistema bancário a fim de automatizar os pagamentos aos funcionários, tornando o processo mais ágil e eficaz.

O gerenciamento da folha de pagamento não é algo tão simples, por isso, contar com a ajuda de uma assessoria contábil com ampla expertise nas áreas trabalhista e previdenciária é essencial.

Entendeu a importância de uma gestão de folha de pagamento eficiente? Quando ela é feita da forma adequada, sua empresa fica em dia com as obrigações trabalhistas e previdenciárias, além de garantir uma situação financeira mais saudável e não causar transtornos e situações que causam descontentamento entre os colaboradores. Por isso, não espere mais para colocar nossas dicas em prática!

Rodrigo Ferreira

Gerente de Atendimento e Marketing

http://www.artdatacontabil.com.br

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