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Microambiente corporativo e o padrão de energia

por Isnar Amaral

No mundo corporativo, a visualização de todo o processo do negócio acontece a partir do macroambiente, que vai além do seu ambiente interno, considerando variáveis visíveis, perceptíveis, palpáveis e mensuráveis. É principalmente a partir destes elementos que uma organização analisa suas ameaças e suas oportunidades.

No entanto, é no microambiente empresarial que tudo começa: são feitas escolhas e tomadas decisões em prol da sua missão. É este o “meio” influente onde é cultivada a semente do propósito, um padrão de energia, que – para se materializar – necessita de um ambiente favorável. Cabe, então, tornar este “meio” com condições propícias.

Esta percepção é repudiada pelos céticos, por desconhecimento ou miopia, como se houvesse a necessidade de acreditar. No entanto, muitos outros concordam que é necessário algo a mais do que capital, produto e talento para a obtenção de sucesso. É comum atribuir à “sorte” o crescimento do negócio ou atividade profissional. Todavia, na realidade, tudo depende de preparação, oportunidades e infinitas possibilidades, atributos que podem ser desenvolvidos no ambiente corporativo.

As empresas precisam, cada vez mais, de pessoas qualificadas e com potencial criativo do que simples recursos humanos operacionais.

Uma performance sustentável é menos racional e mais emocional. Isto é mais do que simplesmente direitos e deveres e, sim, qualidade de vida, satisfação pessoal, diminuição do estresse, reconexão com a natureza, combinando criação de oportunidades e eficácia em resultados. O alinhamento de interesses entre empresa e colaboradores requer, também, um ambiente corporativo favorável.

É normal os gestores investirem em treinamentos dispendiosos para a sua equipe, na intenção de criar um diferencial competitivo para o seu negócio, sem se preocuparem em tornar propício o ambiente corporativo. Em pouco tempo, este ambiente inadequado contagia as pessoas novamente, dissipando todo o investimento e voltando tudo aos padrões anteriores.

Fica claro, então, que o diferencial do negócio está nos detalhes e isto é implementado principalmente a partir do microambiente corporativo. É em condições ambientais adequadas que a semente cresce e frutifica. A implementação de ambientes corporativos propícios é o nosso propósito profissional.

Isnar Amaral

Gestor Ambiental

Especialista em Qualidade do Ambiente

www.ambientebasico.com.br

 

Lançado o Programa de Microcrédito Produtivo

Através da Medida Provisória 802/2017, regulamentada pelo Decreto 9.161/2017, foi instituído o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO).

São beneficiárias do PNMPO as pessoas naturais e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas urbanas e rurais, organizadas de forma individual ou coletiva, com renda e receita bruta anuais de até R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).

São entidades autorizadas a operar no PNMPO:

I – Caixa Econômica Federal;

II – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES;

III – bancos comerciais;

IV – bancos de desenvolvimento;

V – bancos múltiplos com carteira comercial;

VI – cooperativas centrais de crédito;

VII – cooperativas singulares de crédito;

VIII – agências de fomento;

IX – sociedade de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte, e

X – organizações da sociedade civil de interesse público.

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Recursos de Caixa na Contabilidade da Empresa

No afã de pagar contas e prover recursos, o empresário se esquece de utilizar meios bastante comuns previstos na legislação tributária.

Na maior parte das vezes, são situações e possibilidades de recuperação de tributos, na própria contabilidade. São ativos ocultos, que podem ser significativos, considerando um período de 5 anos de prescrição do direito à compensação de tais créditos.

São verdadeiras “minas de ouro”, ocultas nos meandros contábeis e burocráticos, cujos valores podem, dentro das condições da lei, ser recuperados.

Provavelmente, uma grande parte dos tributos recuperáveis estará na própria contabilidade, a espera de compensação.

Porém, outra significativa parte poderá estar fora da contabilidade, mas nem por isso deixa de existir ou tenha possibilidade real de utilização. Exames nas documentações corriqueiras (como notas fiscais, recibos, extratos de aplicações financeiras, comprovantes de rendimentos e outros) poderão revelar sua existência.

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Montanhas de Dinheiro Escondidas na Contabilidade?

Por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do site Portal Tributário

É muito fácil e você nem percebe: sua empresa pode estar com um dinheirão escondido na contabilidade, por conta da má gestão de informações.

Com frequencia, créditos tributários estão sendo desperdiçados por falta de atenção, treinamento ou simples inabilidade de quem faz a escrituração contábil e registro fiscal da empresa.

Entre os créditos mais “esquecidos”, estão os créditos do PIS e COFINS, relativos a fretes, serviços e insumos adquiridos.

Outro crédito muito comum que deixa de ser utilizado são os descontos do Imposto de Renda na Fonte, que a empresa deixou de compensar com o imposto devido (seja no lucro presumido ou no lucro real).

O ICMS e o IPI são outros tributos que com regularidade deixam de ter o direito de crédito aproveitados – e os valores destes tributos costumam ser elevados, por conta de má aplicação da legislação ou mesmo receio do contribuinte em utilizá-los retroativamente (neste caso, é necessário a recomposição da escrita fiscal para a correta apuração dos tributos devidos).

Como o prazo de prescrição dos créditos é de 5 anos, é necessário fazer uma revisão deste período, tanto dos documentos quanto dos procedimentos utilizados, visando compensar tais valores com os tributos devidos ou mesmo solicitar ressarcimento à fazenda.

Para a compreensão dos direitos que dão origem a tais créditos, recomendamos as obras:

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