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A importância do tempo na vida da empresa

por Gilmar Duarte – via e-mail 06.08.2018

Nem sempre valorizado, o tempo é o bem de maior valor em nossas vidas, tanto pessoal quanto profissional. Quem desperdiça o tempo é um estúpido e vale o mesmo nas empresas, pois “tempo é dinheiro”.

A vida terrena é limitada pelo tempo, nem sempre empregado de maneira adequada para atingir os objetivos traçados.  Empresas que não se utilizam do controle do tempo tendem a ter maiores dificuldades para compreender o custeio dos seus produtos e mais ainda quando se trata da prestação de serviços.

Para compreender a importância do tempo em nossas vidas observem a informação divulgada pelo IBGE: em novembro de 2016, a expectativa de vida do brasileiro era de 75,8 anos. Em 1940, essa mesma variável apontava para 45,5 anos.

Ou seja, em 76 anos a ciência conseguiu aumentar a expectativa de vida em mais de 30 anos. Isso é fabuloso, pois agora temos mais tempo, mas é preciso saber aplicá-lo adequadamente.

Transformemos esse tempo que Deus nos disponibiliza em horas profissionais. O trabalhador que inicia a vida profissional aos 16 anos e vai até aos 70 dedica 10 horas diárias durante seis dias da semana.

Descansando 30 dias anuais nas merecidas férias, trabalhará aproximadamente 160 mil horas. Aqueles que se aposentam com 35 anos de trabalho depois de dedicar 44 horas por semana ao trabalho, considerando algumas faltas por diversos motivos, terão trabalhado 67 mil horas em suas vidas.

O empresário contábil talvez esteja na categoria que consome 160 mil horas da sua vida com o trabalho, tempo que não é tão longo para uma vida inteira. Com essa simples conta dá para perceber claramente que o TEMPO é finito e tudo o que fazemos depende dele. Será que estou aproveitando esse recurso finito de forma eficiente? E o empresário, tem consciência da importância do tempo na empresa?

Ainda com informações publicadas pelo Sebrae, em 2015 foram constituídas 708,6 mil empresas, saldo negativo de 5 mil, pois foram encerradas 713,6 mil (https://g1.globo.com/economia/noticia/por-dois-anos-seguidos-brasil-fecha-mais-empresas-do-que-abre-aponta-ibge.ghtml).

“Apenas 37,8% das empresas ativas em 2015 tinham mais de 5 anos”…“a idade média das empresas ativas em 2015 era de 10,9 anos”. Com estas informações dá para perceber o quanto de tempo e dinheiro são desperdiçados?

A falta de controle do tempo nas empresas deve ser um dos ingredientes causadores do descontrole que impossibilita executar todas as tarefas necessárias e exigidas pelos clientes.

Segundo a legislação trabalhista do Brasil, um colaborador trabalha, em média, 220 horas mensais, mas é só deduzir o descanso semanal remunerado para verificar que esse número não passa de 190.

Continue a conta e deduza férias, feriados, faltas abonadas, treinamentos, reuniões, lanches etc. para constatar que o colaborador não trabalha mais que 150 horas por mês. Se o tempo é tão importante, por qual motivo um empresário deixa de fazer esse acompanhamento?

“A falta de tempo é a desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”, disse Albert Einstein.

O TEMPO é um assunto importantíssimo na vida do ser humano, pois é breve para justificar nossa presença, deixar o nome registrado na história do mundo ou, ao menos, para a família orgulhar-se dos pais que tiveram. Nas empresas ocorre o mesmo e para que sejam ícones da longevidade é preciso respeitar e valorizar adequadamente o tempo.

Desde o ano de 2010 tenho dedicado muito tempo para melhor medi-lo. Os frutos deste árduo estudo que contou com o auxílio de diversos amigos e profissionais da Comissão de Precificação dos Serviços Contábeis (Copsec) do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas Sescap/PR) resultou nos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços”, além do software CTpres, que contribui para facilitar a medição do tempo.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

A Copa Terminou, Voltemos aos Problemas Domésticos

por Gilmar Duarte – via e-mail 09.07.2018

Foram 22 dias de descontração para os brasileiros, com esperança na conquista de mais um Mundial, mas infelizmente para alguns e felizmente para outros, chegaram ao fim.

A cada quatro anos expressiva parcela das pessoas do planeta Terra se envolve na torcida pelas seleções de seus países. Algumas seleções se contentam em conseguir a classificação para o Mundial e fazer os três jogos da fase de grupos, independentemente dos resultados. Fazer um gol ou até mesmo a vitória sobre uma seleção considerada grande é motivo de muita comemoração. No entanto acontecem surpresas e países com pouca expressão no futebol internacional superam a primeira fase e mandam “grandes” para casa.

Os brasileiros também amargaram a derrota e tiveram que voltar mais cedo para casa. Aliás, a maioria já estava em casa, foi apenas o tempo de perceber que o momento mágico, aquele para refrescar a cabeça (esquecer os problemas que afetam verdadeiramente sua vida), já terminou.

A falta de empregos, a economia despencando, os poderes corrompidos – inclusive aquele que deveria ser o guardião da Constituição Federal –, as companhias multinacionais fugindo do Brasil, as empresas nacionais quebrando, entre tantos outros, são os problemas que precisam da torcida verde e amarela para ser superados. Cobrar, vigiar, dar bronca, exigir o VAR (árbitro de vídeo) para avaliar o lance, expulsar incapazes e corruptos, propor melhorias e colocar-se à disposição do país são atitudes que os cidadãos precisam ter com mais afinco para garantir uma nação vencedora.

Por vezes torcemos irracionalmente, como acontece com o clube de futebol do coração. Se decidirmos, sem muita pesquisa, às vezes só de ouvir falar, por determinado candidato, empenhamos tempo para o convencimento dos outros, pois somos torcedores e almejamos que o nosso time vença. Lutar pelo que consideramos melhor para a nação é nobre, mas é necessário ter certeza de que a proposta é boa, que o candidato tem um passado limpo e de trabalho honesto, para evitar o desejo de tirá-lo depois que assume o cargo. Por que isto acontece?

Alcançar objetivos – por exemplo, ser eleito para presidir um país – é mais fácil atendendo aos desejos dos eleitores. Então os candidatos investem em pesquisas, que nem sempre chegam ao conhecimento da população, para saber o que os cidadãos esperam. Naturalmente quem está com fome carece de alimento, mas depois precisa de trabalho para sustentar a família com o fruto de sua conquista.

Infelizmente os enganadores profissionais são habilidosos na comunicação que deixa os pobres eleitores confusos. Sim, como já sabem o que as grandes massas de eleitores gostariam de ouvir, fazem encenações perfeitas e conquistam o objetivo: ser eleitos para ocupar o cargo por quatro anos. Nos dias que se sucedem o povo vai descobrindo que não estão seguindo o que disseram nos “palanques” e vem a desilusão, mas o que fazer agora? O impeachment parece ser a solução! De novo não! O melhor é acertar na escolha.

É preciso que os eleitores investiguem a vida pregressa dos candidatos, ao menos daquele no qual tem intenção de votar. Não é assim que se faz ao contratar um empregado? O mentiroso, o pior defeito que um ser humano possa ter, é o primeiro a ser descartado, pois a insegurança que gera nos negócios é muito grande. Acredito que da mesma forma você não se casaria com uma pessoa sabidamente mentirosa.

A Copa do Mundo é contagiante, mas pouco traz de melhorias efetivas aos cidadãos. A política, no entanto, é capaz de mudar a vida da humanidade, por isso é relevante ser politizado, capaz de compreender a importância do pensamento e da ação política e tomar consciência dos deveres e obrigação dos cidadãos.

Se detectarmos o mentiroso contumaz teremos a possibilidade de dar o primeiro passo para buscar pessoas verdadeiramente interessadas na luta para proporcionar condições mais justas para toda a nação. Estes são os problemas domésticos que devem empolgar a torcida e a cobrança dos brasileiros.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

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Tempo, tempo, tempo … qual é o valor do tempo?

 

por Gilmar Duarte

A sensação de quem controla diversas atividades é de ter mais tempo para tudo. O segredo para alongar o tempo? Não desperdiçá-lo.

O termo TEMPO é aplicado para expressar uma medida de instantes e com base nela é que os homens conseguem se situar na rotina diária, mas não é só isso.

O professor Francisco da Silva Bueno, no Minidicionário da Língua Portuguesa, define o tempo como a “sucessão de dias, horas, momentos; período; época; estado atmosférico; estação ou ocasião própria; cada uma das partes completas de uma peça musical em que o andamento muda.”

O tempo, unidade de medida criada pela humanidade, já passou para muita gente, como para os filósofos Sócrates, Platão, Aristóteles e Nietzsche.

Também para Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Pedro Álvares Cabral, Dom Pedro I, Getúlio Vargas, Steve Jobs.

Nesta relação, alguns ainda podem lembrar-se dos bisavôs e avôs. Outros sabem que o tempo passou também para os pais.

O tempo passa rápido demais, que o digam pessoas que já viveram bastante. Em 2009, o cantor sertanejo Tinoco, à época com 88 anos, fez um show em minha cidade, Maringá. Muito pensativo, contou ao público: “parece que foi ontem que eu e o Tonico começamos a cantar”. O irmão dele já havia falecido e em 2012 o tempo terrestre do Tinoco também findou.

Na composição Oração do Tempo, Caetano Veloso diz que o tempo é o “tambor de todos os ritmos […] és um dos deuses mais lindos”.

E é com esta reverência ao tempo que conclamo os leitores a refletir sobre o emprego do tempo em suas vidas. Desperdiçamos o bem mais precioso e limitado que possuímos nas seguintes situações: quando falta tempo para organizar o tempo; quando o tempo é curto para realizar projetos importantes; quanto o tempo passa despercebido sem que se saiba como foi empregado; quando perdido com atividades desnecessárias ou com processos ultrapassados, o que exige mais tempo.

O bom investimento do tempo não é o aplicado no trabalho para ganhar o sustento da família e adquirir patrimônio; também não é o que se gasta para ficar ao lado dos familiares e amigos; ou o tempo investido nas mais diversas igrejas para se aproximar de Deus. Também não é o investido para estudar.

O bom investimento do tempo é distribuído, que permite trabalhar, estudar, curtir familiares e amigos, praticar esporte e o que mais você considerar importante e te fizer feliz.

Neste artigo desejo incentivá-lo a fazer o controle do tempo no trabalho, a fim de que reste mais tempo para estar junto de sua família e para executar as demais tarefas, pois não é saudável trabalhar 12, 15 e até 18 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

Será que ao final da vida estas pessoas ficarão felizes ao lembrar-se como investiram o tempo? Profissionais que não conseguem aproveitar o tempo de forma produtiva poderão ter dificuldades para conquistar a remuneração justa e necessária para a manutenção dos gastos familiares ou consumir mais tempo que o desejado. Estes também podem serem infelizes.

Oito horas diárias e bem investidas no trabalho é tempo suficiente para conquistar boa remuneração e qualidade de vida para você e seus colaboradores.

Se não houver qualquer controle do tempo aplicado nas diversas tarefas diárias é impossível saber se o mesmo foi bem aplicado.

Peter Drucker (1909 – 2005), pai da administração moderna, já dizia que “se você não pode medir, não pode gerenciar.”

Hoje, com o desenvolvimento das ferramentas certas, a medição do tempo nas atividades executadas diariamente é tarefa simples, mas constantemente me deparo com colegas, especialmente empresários contábeis, que afirmam não conseguir implantar a metodologia, pois os colaboradores não estão dispostos a contribuir.

Os funcionários podem acreditar que o controle do tempo poderá prejudicá-los, pois o desperdício ficará exposto e as comparações entre a qualidade do tempo empregado pelos colegas aparecerão.

Tudo isto e muito mais é possível acontecer. O empresário descobrirá que os honorários pagos por determinados clientes são baixos em relação ao tempo e ao serviço exigido, entre outros casos.

Conhecer a lucratividade de cada cliente é a “cereja do bolo”! Com o controle do tempo das suas atividades e de seus colaboradores será possível selecionar os clientes mais rentáveis, atuar para que os clientes geradores de prejuízos passem a contribuir com lucro ou descartá-los, valorizar os bons funcionários e treinar ou afastar os improdutivos.

Este simples controle – simples, pois existem diversos softwares especializados nesta tarefa – é capaz de impulsionar a lucratividade de seu negócio, dando-lhe mais tempo para aplicar o tempo em outras atividades, como família, lazer, estudo, religião etc.

Meça o tempo para melhorar a gestão da empresa, utilizando-o em benefício próprio. O tempo serve para realizarmos nossos mais diversos sonhos.

Quando nosso tempo estiver findando e pudermos dizer que ele foi bem aproveitado, então seremos felizes. A nossa felicidade não será medida pelo que os outros dizem, mas pelo nosso sentimento. O valor do tempo é inestimável, por esse motivo é necessário fazer o melhor aproveitamento dele.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Como Ganhar Dinheiro com Sabedoria?

por Gilmar Duarte

A falta de tempo não permite ficar pensando em bobeiras. Uma delas é pensar no preço, pois o mercado já sabe o quanto deseja pagar.

Quem age sem pensar continuará igual.

Ganhar mais e muito mais dinheiro é o desejo da maioria das pessoas, mas parece que quanto maior o desejo, maior também a quantidade que escapa entre os dedos.

Isso sem falar que significativa parcela dos empresários opta, percebendo ou não, por deixar de viver para…sim, para ganhar dinheiro.

A cultura atual prega trabalhar muito, aproveitar todo o tempo e executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

Isto me faz lembrar de um desenho que apresenta um personagem dirigindo, lendo jornal, tomando café e falando ao telefone. Estará esta cena muito longe da nossa realidade?

Trabalhar é preciso e ganhar dinheiro é necessário, pois é com ele que satisfazemos as necessidades, inclusive familiares.

Uma vida longa exige alimentação equilibrada e cuidados com a saúde do corpo e da mente. Trabalho em excesso e falta de investimento para o equilíbrio mental é sinônimo de sérios transtornos, alguns prejudiciais ao corpo, inclusive.

Minha proposta é utilizar parte do tempo destinado ao trabalho para pensar, pois além de exercitar a mente, assim capaz de funcionar melhor e por mais tempo, você vai descobrir que não precisa trabalhar tanto para obter o mesmo lucro.

Tenho assessorado muitos empresários que se encontram em dificuldades financeiras e muitas vezes já não sabem mais se estão ganhando dinheiro ou simplesmente fazendo a roda girar.

Observo que a minoria possui a destreza para pensar e agir na estratégia para definir o preço dos serviços e/ou bens.

Pode parecer exagero, então proponho a seguinte reflexão: a estratégia de precificação utilizada por você foi simplesmente copiada de alguém ou antes de aplicá-la você analisou, sentiu segurança e – principalmente – a compreendeu? Enfim, você sente segurança no método que utiliza para precificar?

Quem bom se todos os leitores deste artigo respondessem a esta questão, pois nos permitiria constatar a insegurança que paira neste pequeno universo.

Se você se encontra na mesma situação da maioria, ou seja, sente insegurança para precificar, proponho que comece a pensar como poderá fazer para trabalhar menos e melhorar o ganho. Lembre-se do ditado popular: “quem trabalha demais não tem tempo para ganhar dinheiro.”

Planejamento é a ação necessária especialmente para ganhar dinheiro, um dos objetivos mais perseguidos pela maioria dos empresários.

Descarte tudo o que não gera lucro e invista para que os clientes percebam os valores dos seus serviços e/ou mercadorias. Com esta estratégia o seu lucro deverá aumentar.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Gestão do Tempo: Missão Impossível!

por Gilmar Duarte

Fala-se muito, atualmente, no controle do tempo dos serviços contábeis. Se não impraticável, esta missão é muito trabalhosa. Será que o custo benefício é vantajoso?

Na indústria, o controle das tarefas permite conhecer o tempo aplicado em cada produto fabricado. Com base nessa metodologia, alguns ramos de atividade conseguem fazer a apropriação de gastos e encontrar o custo para cada unidade produzida.

Sabe-se que na indústria existe um setor especificamente para esta tarefa, o Planejamento e Controle da Produção (PCP) ou Planejamento, Programação e Controle da Produção (PPCP). No entanto, é inconcebível – talvez melhor seja dizer que é impraticável, inviável, inexequível ou simplesmente, muito difícil colocar em prática esta tarefa dentro de uma empresa de prestação de serviços contábeis.

Me deparo com colegas com esta linha de raciocínio quase todos os dias e não os recrimino por pensar assim, pois as tarefas para prestar serviços de contabilidade não são tão certinhas como na indústria, onde os operários não fazem interrupções para os atendimentos aos clientes e órgãos públicos.

Ao comparar a prestação de serviço com a indústria é fácil perceber as dificuldades existentes para controlar o tempo nas tarefas de escrituração fiscal, contabilidade, folha de pagamento e tantos outros serviços acessórios executados simultaneamente. Percebemos assim que a mesma ferramenta utilizada na indústria não funciona no ramo contábil, portanto é necessário algo específico.

Simultaneamente? Talvez dizer que fazemos diversos serviços ao mesmo tempo não seja a realidade, pois entendo que um serviço é executado de cada vez, embora vários caminhem ao mesmo tempo sem a interferência do profissional.

No instante em que agimos em uma tarefa deixamos de atuar nas demais, por isso é possível desmembrar o tempo. Concordar com este raciocínio começa a clarear a incerta tarefa.

Ao ministrar palestras e cursos de Precificação dos Serviços Contábeis observo que a primeira coisa que os empresários e gestores pensam é numa planilha eletrônica e imaginam algumas colunas como data, horário, serviço e cliente. O que não está errado, pois são as informações mais próximas e rápidas para desenvolver um software. Mas será que é o melhor caminho e o menor custo?

Quando iniciamos este estudo em 2010 não existia uma metodologia desenvolvida para a precificação e gestão do tempo para as empresas contábeis e, consequentemente, nenhuma ferramenta digital que pudesse auxiliar.

O único caminho a trilhar foi o teste em planilhas eletrônicas, que demonstrou o tratamento dos números ser impraticável devido ao alto volume de dados que são introduzidos.

Atualmente há bons softwares criados especificamente para o ramo empresarial contábil, facilitando colocar em prática esta tarefa que parecia uma missão impossível. A minha sugestão é dividir este projeto em três etapas:

a primeira é conhecer a metodologia com a leitura de livros, participação em cursos e, se possível, visitar uma empresa que já adota este procedimento;

a segunda é selecionar o software, ou seja, conhecer as ferramentas disponíveis (a maioria delas permite baixar gratuitamente por 30 dias para análise);

e a terceira é colocar em prática. 

Neste artigo vou listar quatro softwares desenvolvidos especificamente para o ramo de serviços de contabilidade que talvez possam ajudá-lo a implantar o controle do tempo na sua empresa.

Esta divulgação não tem a finalidade de fazer propaganda das empresas, mas demonstrar que a metodologia é possível de ser implantada. Se você conhece outra ferramenta peço que me informe para ser incluída na relação dos softwares para conhecimento do empresário contábil, a fim de que decida por aquele que melhor se adeque ao seu negócio. Os softwares que conheço são:

  • CTPres ctpres.com.br
  • Pier nuvtech.com.br
  • Proced procced.com.br
  • Visão Lógica visaologica.com.br

Além de inviável, tentar colocar em prática esta metodologia sem conhecê-la e sem o auxílio de um software é preciosa perda de tempo.

O custo de aquisição é muito menor se você comparar com o custo de seu tempo e dos colaboradores para desenvolver, preencher e processar as informações com base em planilhas eletrônicas.

Com o auxilio de um software para a gestão do tempo nas tarefas dos clientes observará que a MISSÃO É POSSÍVEL!

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Por Que o Relógio foi Inventado?

 

Por Gilmar Duarte

Porque alguém sentiu necessidade de marcar o tempo.

Ora, mas o tempo, naquele tempo, passava tão devagar…por que alguém desejou controlar um tempo tão preguiçoso?

Temos a impressão de que na Antiguidade tudo caminhava vagarosamente. Um dia era muito e bastava saber isso, mas alguém, por volta do ano 600 a.C., desejou fracioná-lo e dividi-lo em 24 horas, cada hora em 60 minutos, cada minuto em 60 segundos.

Os registros dão conta de que tudo começou com o relógio de água (clepsidras), depois de sol, de areia (ampulhetas), então veio o relógio mecânico, de bolso, de pulso (talvez invenção do Santos Dumont) e finalmente o digital, o mais usado na atualidade.

Acredito que a preocupação em controlar o tempo já naquela época tão distante revela a importância de aproveitá-lo de forma mais eficiente.

Saber o tempo que falta, o que já passou ou o utilizado para desempenhar determinada tarefa possibilitava estimar o tempo necessário para cumprir outro projeto.

Caso o prazo fosse maior do que o necessário podia-se estimar quantas pessoas a mais teriam de ser incluídas para conclui-lo no prazo desejado.

Quando será que começou-se a medir o tempo para fazer comparações de eficiências?

Se não existisse relógios, como seria possível melhorar a eficiência de corridas de pedestres, bicicletas ou de carros?

Apenas dizer que Usain Bolt ou o saudoso Ayrton Senna chegaram antes que todos, ou ainda que venceram mais corridas que seus adversários.

Mas é possível comparar tempos realizados hoje com os do passado. Com o tempo cronometrado é possível calcular a velocidade e fazer diversas comparações, mesmo com o passado, como pudemos observar nas piscinas olímpicas na Rio-2016.

E nós, empresários da contabilidade, já utilizamos este antigo e fabuloso instrumento para melhorar o rendimento das tarefas?

Já conseguimos compreender que o tempo é a metodologia que mais claramente permite custear os serviços e pode ser uma ferramenta no auxílio para precificar?

Em 2010, quando começou a ser desenvolvida para adoção pelas empresas contábeis, essa metodologia era totalmente desacreditada.

Ouvi ilustres pessoas da área contábil falarem: “muitos tentaram desenvolver metodologias de custeio e precificação, mas todas resultaram em nada e esta será mais uma fadada ao fracasso”.

No entanto, o grupo insistiu no desenvolvimento e em 2012 foi lançada, para todo o Brasil, a obra “Honorários Contábeis. Uma solução baseada no estudo do tempo aplicado”, cujos milhares de exemplares comercializados ajudaram inúmeros empresários contábeis.

A título de exemplo, veja que a iluminação foi inventada há muito tempo e a cada ano é aprimorada, mas a ideia de clarear as noites continua a mesma.

Assim como o controle do tempo tem a mesma base do passado, os mesmos objetivos, ou seja, é uma ferramenta de marcação do tempo.

Os empresários que se utilizam de mão de obra para executar tarefas devem considerar o custo das pessoas e fracioná-lo em função do tempo.

Assim, depois de anotado o tempo utilizado para desenvolver a tarefa, será possível saber o custo, e em função do preço praticado, saber se foi apurado lucro ou prejuízo.

Ainda com a marcação do tempo será possível comparar a tarefa desenvolvida hoje com a média do passado ou com a de outro profissional. Não é fabuloso?

Se a sua empresa ainda não pratica o controle do tempo aproveite este momento para refletir, pois seus concorrentes estão procurando ser mais eficientes e se utilizarem menos tempo terão menor custo e poderão oferecer o serviço com preço inferior, sem esquecer do lucro.

Isto não é aviltamento de honorário, mas trabalho com eficiência.

Hoje, século XXI, temos a impressão de que o tempo é mais curto e que é impossível realizar todas as tarefas, mas isto acontece pela absoluta falta do controle do tempo. O dia continua possuindo 24 horas, assim como era no ano 600 a.C.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Informar o blog do autor: http://www.gilmarduarte.com.br é a fonte original dos artigos.

Estão Faltando Horas no seu Dia de Trabalho?

Por Gilmar Duarte – 05.10.2015

Levanto cedo, vou logo ao trabalho, há dias em que nem almoço e retorno tarde para o meu lar. A rotina é extenuante e preciso fazer algo para mudá-la, mas não consigo. Como devo proceder?

Na época dos nossos avós as famílias eram muito grandes, com oito, 10 ou mais filhos em harmoniosa convivência. Era comum a reunião de familiares e amigos ao anoitecer e aos finais de semana para longos bate-papos que davam a impressão de que as horas, os dias, os meses e os anos passavam lentamente.

Atualmente o dia é tão atribulado que nem sobra tempo para conversar. Retirar-se para descansar é utopia, pois não conseguimos descartar os equipamentos que nos conectam com o mundo. Estranhamente estamos on-line o tempo todo, mas não há ninguém ao nosso lado, pois quem porventura encontra-se próximo de nós está conectado ao mundo.

Todos estamos nisto, pois o século XXI começou acelerado e as pessoas não percebem que estão numa grande roda gigante aparentemente descontrolada. Parece não ter comando, mas tem. Quem deseja pode descer nas pequenas paradas para embarques e desembarques e poderá ver de fora que é possível viver este século com qualidade de vida. Não deixe a vida te levar, você pode tomar decisões.

Estabeleça limites para tudo: trabalho, família, descanso, lazer, espiritualidade e tudo mais que você deseja. Introduza métodos para controlar a agenda, finanças e outas atividades. O físico alemão Albert Einstein sabiamente disse que “a falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”. É horrível quando uma pessoa que não executou determinada tarefa começa com justificativas infundadas para fundamentar o fracasso.

O tempo diário é igual para todas as pessoas e o sucesso está com aquelas que melhor souberem fazer uso desta matéria-prima não renovável. Deixar de dormir para destinar mais tempo para outras tarefas certamente não é a solução, pois o trabalho tenderá a ter menor qualidade.

É necessário aplicar bons métodos em todas as atividades, para que elas sejam desenvolvidas com qualidade. Dormir debruçado sobre uma mesa, trabalhar com sono, brincar com os filhos sem vontade ou não acompanhar a produção dos colaboradores são métodos falidos.

Na empresa devemos buscar os melhores métodos de trabalho e aplicá-los nos diversos departamentos para melhor controle e geração de resultados positivos. A palavra método vem do grego e significa ‘seguir um caminho’ para chegar a um fim. Para escolher o melhor caminho é necessário estudar as diversas opções e então decidir. Nada fazer é a pior delas.

Um dos grandes benefícios do século XXI é a oferta de inúmeros caminhos, ou seja, ferramentas disponíveis à melhor qualidade de vida. Em relação à precificação, tema ao qual mais me dedico, estão disponíveis metodologias e ferramentas para o empresário executar esta tarefa com métodos práticos que geram informações e permitem a tomada de decisão segura. Escolha o melhor caminho e trilhe-o com persistência e dedicação.

Planeje a sua vida com métodos e descobrirá que o tempo é suficiente para fazer tudo que você elegeu como necessário.

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Invista no Tempo e Conquiste mais Lucro

O investimento de tempo nas coisas certas garante maior acerto no momento da colheita. “Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou” (Eclesiastes 3,2).

A falta de disciplina, de organização ou mesmo de um critério adequado para trabalhar, estudar ou fazer qualquer atividade torna-a pouco produtiva e maçante. Esta reação é natural, pois quando falta a técnica necessária para desempenhar bem determinada coisa, haverá baixo resultado e o consequente desprazer em executá-la.

Para conseguir alto rendimento é necessário ser bom naquilo que fazemos. É fundamental investir tempo e recursos para atingir a meta de resultados positivos e o melhor de tudo é a satisfação. Popularmente se diz que quem faz o que gosta não precisa trabalhar, mas trabalha muito mais, uma vez que se trata de uma atividade prazerosa e não de tarefa sofrível.

Entendo que a livre concorrência é adequada ao mercado, ainda que muitas vezes ela nos faça perder noites de sono na tentativa de compreender o melhor processo que permita ganhar dinheiro suficiente para manter o negócio, remunerar adequadamente os colaboradores, fazer novos investimentos e lucrar.

Albert Einstein disse que “falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos”, e é com base nesta frase inspiradora que busco meios que me permitam enfrentar o mercado com respeito, mas decididamente pela lucratividade para todas as atividades que exerço e especialmente na profissão da prestação de serviços contábeis.

O método de precificar com base no tempo investido em cada cliente exige, especialmente, a aplicação do nosso tempo para a implantação, apontamento das tarefas e análise dos resultados.

Alguns empresários da contabilidade dizem que não concordam em gastar tempo para controlar as tarefas e, portanto, preferem ficar à espera de algum modelo que fará automaticamente. Talvez uma fórmula milagrosa. Adoto a precificação e controles com base no tempo há quase quatro anos e não foi fruto de milagre, mas de muito estudo e isto tenho o prazer de apresentar nas palestras e treinamentos aos colegas.

Veja os principais benefícios que serão conquistados por quem adota o método com disciplina:

  • Conhecer o tempo investido em cada cliente;
  • Saber a lucratividade por cliente;
  • Controle das atividades dos colaboradores;
  • Registro dos serviços acessórios para facilitar a cobrança;
  • Permite saber quais as atividades que precisam ou podem ser otimizadas;
  • Facilidade para o controle do banco de horas dos colaboradores;
  • Medir faltas abonadas, tempo dos serviços etc.;
  • Funciona como um diário, protocolo ou registro de informações para consultas e comprovação daquilo que foi feito.

Desejar melhor desempenho fazendo do jeito antigo pode ser uma ilusão no mundo moderno. Busque informações sobre esta metodologia e descubra que o custo necessário é muito pequeno em relação aos grandes benefícios que serão conquistados. Depois de algum tempo até parece milagre o volume de informações para a tomada de decisão, mas é simplesmente a adoção de técnicas estudas por um grupo de abnegados empresários contábil.

(Artigo enviado por e-mail pelo autor em 14.09.2014)

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações. Como Fixar Honorários Contábeis

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“Anatomização do tempo” na Prestação de Serviços

Ganhar produtividade para maximizar a rentabilidade na prestação de serviços é a meta de todos os empresários, mas nem sempre a ferramenta certa está disponível. Estará agora?

Quando prestamos serviços e não temos funcionários aparenta que o rendimento na execução das tarefas é altamente produtivo, mas depois que aumenta o número de clientes e há necessidade de contratar colaboradores aparecem as dificuldades e dúvidas sobre controle e rendimento dos trabalhos.

Muitas vezes se conclui que os colaboradores não apresentam a mesma destreza e produtividade ou talvez é o gestor que não detém ferramentas para acompanhar, medir e cobrar resultados.

A prestação de serviços pode ser vendida de diversas formas: tamanho do cliente, número de funcionários, regime tributário etc., mas para medir e definir o custo da execução o modo que normalmente é mais expressivo e fácil de implantar é aquele com base no tempo investido.

Adoto essa metodologia em minhas empresas há mais de três anos e constantemente procuro aprimorá-la a fim de oferecer serviços com melhor qualidade, preço competitivo e lucratividade.

A intensa troca de experiência com os colegas empresários, por meio de frequentes visitas, nos permite observar que os colaboradores precisam saber quantas horas mensais poderão investir para executar as tarefas do cliente para que ele seja lucrativo.

Assim implantamos melhorias no software de apontamento CTpres – Controle do Tempo e Precificação dos Serviços, que mostra a tabela “Anatomização do Tempo”, ou seja, o tempo vendido para cada cliente por setor (contabilidade, RH, escrita fiscal etc.) e aquele que já foi consumido. Esta informação é atualizada segundo a segundo e quando o tempo planejado foi extrapolado a linha do cliente fica marcada na cor vermelha.

O acompanhamento a posteriori, ou seja, somente depois que terminou o mês, não é o ideal, pois nada mais pode ser feito em relação ao que já passou. Desta forma agora ele é feito diariamente.

tabela-tempos

Constantemente o gerente e todos os colaboradores envolvidos sabem qual é a meta e como está a evolução. Esta rotina foi batizada de Anatomização do Tempo, que nada mais é que a dissecação do tempo pelos setores envolvidos.

Com este recurso consegue-se aumentar a produtividade não somente porque todos se empenharam em produzir mais, mas porque quando é identificado um problema que faz extrapolar o tempo num cliente logo o mesmo é tema de debate para encontrar a melhor solução.

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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